terça-feira, 25 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma Cientistas usam isótopos da água para mapear alterações nas chuvas da Amazônia FAPESP e Ohio State University lançam chamada para projetos colaborativos Empresas buscam parcerias com universidades para enfrentar mercados competitivos Unifesp contrata professor assistente para Ciências da Saúde Unesp recebe inscrições para Processo Seletivo Unificado da pós-graduação Workshop internacional sobre tecnologias digitais e ômicas aplicadas à produção agrícola Simpósio sobre Tópicos Atuais em Biofísica Molecular Palmeiras x Santos: Decisão sobre Neymar já deveria ter saído, diz Mattos Serena e Alcaraz caem para Bencic e Cobolli nas quartas Aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma Cientistas usam isótopos da água para mapear alterações nas chuvas da Amazônia FAPESP e Ohio State University lançam chamada para projetos colaborativos Empresas buscam parcerias com universidades para enfrentar mercados competitivos Unifesp contrata professor assistente para Ciências da Saúde Unesp recebe inscrições para Processo Seletivo Unificado da pós-graduação Workshop internacional sobre tecnologias digitais e ômicas aplicadas à produção agrícola Simpósio sobre Tópicos Atuais em Biofísica Molecular Palmeiras x Santos: Decisão sobre Neymar já deveria ter saído, diz Mattos Serena e Alcaraz caem para Bencic e Cobolli nas quartas
Brasil

Vizinhos que moram a 2 metros são separados por 1 km de distância após briga por barulho de araras em MT

G1 Mato Grosso ·
Vizinhos que moram a 2 metros são separados por 1 km de distância após briga por barulho de araras em MT

Briga entre vizinhos de condomínio terminou na Justiça Google Maps O advogado Reinaldo Americo Ortigara e a mulher de um policial civil, que moram a cerca de dois metros de distância um do outro, foram separados por uma ordem judicial, nesta segunda-feira (24), que determina distância mínima de 1 km, após uma discussão motivada por reclamações sobre o barulho de araras e sujeira de cães em um condomínio de Cuiabá.

Conforme a decisão assinada pelo juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, além de manter distância mínima, Reinaldo está proibido de entrar em contato com a vizinha, familiares e testemunhas por qualquer meio e de frequentar a residência e o local de trabalho dela.

Ele também não pode ingressar ou permanecer em grupos de aplicativos de mensagens, inclusive WhatsApp, dos quais a mulher participe.

Ao g1, Reinaldo Americo afirmou que recebeu com "perplexidade" a concessão da medida protetiva e alegou que o episódio decorreu de uma discussão em um grupo de WhatsApp do condomínio.

Segundo ele, a expressão "porcos" foi usada em referência a vizinhos que manteriam um canil improvisado em uma área comum, onde, conforme a versão apresentada por Reinaldo, fezes de cães permaneceriam sem recolhimento.

Ele afirma que a situação já havia sido comunicada por meio do aplicativo do condomínio desde dezembro de 2025.

A defesa também sustenta que, durante a discussão, a mulher teria dito a Reinaldo para "ser homem" e o incitado a lidar com o marido dela.

Reinaldo afirma ainda que não mora no imóvel citado na decisão, mas em outro endereço, e que a residência no condomínio pertence à namorada dele.

Ele também informou que está adotando medidas legais relacionadas ao uso da área comum pelos vizinhos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Por causa do impacto sobre o direito à moradia, o magistrado determinou a realização de um estudo psicossocial em até dez dias.

O resultado deverá ser analisado posteriormente para decidir se essa restrição específica será mantida.

Agora no g1 Segundo a decisão, a confusão começou após moradores do condomínio reclamarem do barulho provocado por araras mantidas na residência ao lado da casa da mulher.

Reinaldo, que é noivo da proprietária das aves, foi incluído em um grupo de WhatsApp destinado à comunicação entre os moradores.

De acordo com o relato da mulher à polícia e prints anexados ao processo, o advogado enviou ao grupo uma foto de fezes e perguntou se seria ela quem estaria defecando naquele local.

Também teria afirmado que não haveria "macho suficiente" para resolver a situação.

Ler a notícia completa no G1 Mato Grosso ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.

Mais de G1 Mato Grosso

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›