Palmeiras x Santos: Decisão sobre Neymar já deveria ter saído, diz Mattos
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A questão sobre se Neymar jogará ou não contra o Palmeiras "já deveria ter se decidido", avaliou o colunista Rodrigo Mattos no Cartão Vermelho , do Canal UOL.
O debate ocorreu em meio à dúvida sobre se o atacante do Santos vai atuar no gramado sintético do Nubank Parque, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, contra o Palmeiras. Neymar foi relacionado para a partida desta quarta (26) .
É legítimo que ele não queira jogar tanto tempo, mas por ser um jogo mata-mata e uma oportunidade de clássico, fazia sentido Neymar ir pelo menos para o estádio e ficar disponível por um tempo menor.
O problema do sintético é muita carga no joelho e nas costas por conta do campo, que é mais duro. Independente de eu achar que é justo, isso já deveria ter sido decidido. Rodrigo Mattos
Mattos disse que entende o argumento físico por trás da resistência ao sintético e citou que não é um tema exclusivo de Neymar, lembrando casos de outros atletas que evitavam esse tipo de piso.
José Trajano, por outro lado, estranhou a condução do tema e sugeriu que a decisão parece sair das mãos da comissão técnica. Para ele, a indefinição abre espaço para ruído e "ganhar notícia".
É ele que se escala, é ele que vai decidir se joga ou não. Não é o Cuca, não é o técnico, não é a comissão técnica. Ou então é para ganhar notícia, fazer gênero, não sei o quê, criar motivação em torno da presença dele. É meio esquisito isso. José Trajano
Na sequência, Mattos reforçou o incômodo com o tempo gasto no assunto, já que o local da partida era conhecido. Ele comparou a relação de Neymar com o Santos e com o técnico a um vai e vem de última hora.
Eu não entendo. Desde que saiu o sorteio, já se sabe que esse jogo será no gramado sintético. Às vezes, a relação do Neymar com o Santos e com o Cuca parece de namorados que um não está querendo muito ver o outro: 'Vou ver se eu apareço lá'. A pessoa fica esperando por uma resposta de última hora. É esquisito. Rodrigo Mattos
Não cai porque tem muita gente pior atrás. Vamos considerar que a Chapecoense já era, né? Sobram três vagas. O Remo está melhorando na conta do chá. Tem muito candidato para essas três vagas que são mais candidatos do que o São Paulo. Agora, a campanha de São Paulo é tão deletéria, tão medíocre, tão ruim depois da Copa que o torcedor são-paulino está com a pulga atrás da orelha, preocupadíssimo. José Trajano
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