Seguro para bicicleta: saiba quanto custa, o que cobre e o que fica de fora
O Dia Mundial Sem Carro, que acontece neste 22 de setembro, marca uma transformação nos hábitos de transporte do brasileiro.
De acordo com dados do Censo Demográfico de 2022 do IBGE, aproximadamente 4,4 milhões de pessoas declararam utilizar a bicicleta para ir ao trabalho, o que representa 6,2% do total de deslocamentos diários.
A mudança nos hábitos redefiniu o papel do veículo.
“A bicicleta passou a ocupar diferentes papéis na rotina do brasileiro.
Ela continua presente no lazer e no esporte, mas ganhou relevância como meio de transporte, especialmente em grandes centros urbanos”, diz Paulo Pereira, superintendente de Finanças e Operações da Ciclic, empresa que opera com seguro para bicicletas.
O surgimento de novas faixas de usuários abrange pessoas que deixaram o carro, trabalhadores que encontraram na bicicleta uma alternativa ao transporte público e profissionais que geram renda com o equipamento.
“Existe um movimento muito latente de uma nova relação com a bicicleta.
Há poucos anos, a visão era muito voltada ao lazer, e somente a isso”, ressalta Cristiane Junqueira de Araújo, head da Simple2u, que também opera no ramo.
Leia mais: Seguro de carro, casa e outros bens terão novas regras para indenização Ainda, é possível perceber que essa alteração no comportamento do consumidor se intensificou durante a pandemia de Covid-19.
Com a necessidade de evitar o transporte público e o aumento do tempo livre, a demanda por bicicletas cresceu expressivamente, de acordo com Daniel Loredo, sócio-fundador da Aride, outra empresa do setor.
Porém, além das mudanças no trânsito, há uma grande virada de chave quando se trata de proteção; é necessário entender quais são os riscos de roubo, acidentes e danos diversos .
Isso vai além da bicicleta convencional – dados da Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas) mostram que entre 2016 e 2024, o número de bikes elétricas nas ruas do país saltou de 7,6 mil para 284 mil unidades.
Os números mais atuais mostram que esse modelo cresceu 7,2% somente em 2024.
Com o número de usuários de bicicletas crescendo, um levantamento do Clube Santuu em parceria com a Generali indica que apenas 0,2% das 35 milhões de bicicletas ativas no país possuem algum tipo de seguro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.