Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta terça
update 8h00 Abertura de mercados O cenário eleitoral, a política monetária do Banco Central e novas projeções do governo para a atividade econômica devem concentrar as atenções dos investidores nacionais nesta terça-feira.
Pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira mostrou que Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão empatados na disputa presidencial, registrando apenas um ponto percentual de diferença em um eventual segundo turno — com o senador do PL numericamente à frente — e 4 pontos percentuais de distância no primeiro turno, liderado pelo petista.
Às 8h, o BC divulga a ata da reunião em que cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, a 13,75% ao ano, e deixou os próximos passos em aberto ao afirmar que o atual cenário de incerteza demanda serenidade e cautela na condução da política monetária.
Na véspera, pesquisa Focus apontou que o mercado passou a ver a Selic em 13,50% ao final do ano.
À tarde, o Ministério da Fazenda divulga seu Boletim Macrofiscal com projeções de curto e médio prazo para indicadores de atividade econômica e inflação utilizados no processo orçamentário da União, seguido de entrevista coletiva.
Enquanto isso, Lula discursa na abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, às 10h.
No exterior, as ações de tecnologia recebiam impulso de uma renovada onda de otimismo com a inteligência artificial, enquanto os preços do petróleo caíam após uma alta autoridade iraniana afirmar à Reuters que o Irã pode reabrir o Estreito de Ormuz em até sete dias se os Estados Unidos diminuírem a pressão militar e suspenderem o bloqueio aos portos iranianos. ( Reuters ) update 7h54 Principais índices em Nova York fecharam ontem com ganhos robustos Investidores em Wall Street voltaram às compras, com apoio das baixas do petróleo e dos rendimentos dos títulos do Tesouro.
“Preços de energia elevados por um período prolongado reforçam a necessidade de um aperto monetário ainda maior”, escreveu Ed Yardeni, presidente da Yardeni Research, em uma nota republicada pela CNBC .
Ele também destacou que os riscos para o abastecimento “não vão desaparecer”, afirmando que o conflito no Oriente Médio “continua a ameaçar a produção e o transporte de petróleo, enquanto os ataques ucranianos a refinarias russas e as sanções contra a Rússia restringem ainda mais o fornecimento global de combustíveis”.
“Quanto mais tempo esse choque persistir, maior será o risco de efeitos inflacionários secundários”, concluiu.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.