Mergulhador revela segredos do fundo dos rios de MG em vídeos para redes sociais
Mergulhador revela em vídeos para redes sociais o que existe no fundo dos rios de MG Foi na beira do rio que Bruno Fernando Tadeu Pereira da Cunha, de 24 anos, aprendeu a gostar da água.
Criado em Cascalho Rico, no Triângulo Mineiro, ele passou a infância pescando e convivendo às margens dos lagos da região.
Anos depois, mergulhou — literalmente — em um universo que, segundo ele, a maioria das pessoas sequer imagina que existe.
“A gente que conhece só a superfície não imagina o tanto de coisa que tem lá no fundo”, afirmou.
Há pouco mais de três anos, Bruno começou a mergulhar e a praticar pesca subaquática.
Atualmente, percorre rios e represas do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba para registrar, com uma câmera, o que existe abaixo da superfície.
No Instagram, já reúne mais de 50 mil seguidores, além de outros 54 mil no TikTok e cerca de 10 mil no Facebook. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Foi na fazenda da avó, em Cascalho Rico, durante uma pescaria, que ele começou a assistir a vídeos sobre mergulho e pesca subaquática.
Assim, passou a aprender técnicas de respiração, equalização e segurança e, aos poucos, comprou os próprios equipamentos.
O primeiro mergulho aconteceu justamente onde a ideia surgiu: em Cascalho Rico, em um lago que faz parte da bacia do Rio Paranaíba.
Ao descobrir um novo mundo sob a água, Bruno decidiu registrar imagens para mostrar a outras pessoas a riqueza escondida abaixo da superfície.
Há pouco mais de três anos, Bruno começou a mergulhar e a praticar pesca subaquática Reprodução/Redes Sociais Um mundo embaixo d'água Durante os mergulhos, Bruno já encontrou diferentes espécies de peixes e estruturas submersas que remetem às transformações provocadas pela construção de barragens.
Para ele, é impossível ter uma dimensão completa desse cenário apenas observando o rio da superfície.
Em alguns lugares, as imagens surpreendem tanto que seguidores chegam a questionar se os vídeos são reais.
Foi o que aconteceu com registros feitos em Cachoeira Dourada, onde a presença de algas e a grande quantidade de peixes criam um cenário incomum.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.