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NY completou 4 anos de bull market nesta semana: o que pode estragar a festa?

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NY completou 4 anos de bull market nesta semana: o que pode estragar a festa?

O mercado acionário dos Estados Unidos alcançou nesta semana quatro anos de duração do do atual bull market.

O ciclo de alta é um dos mais longos e bem-sucedidos desde a Segunda Guerra Mundial.

A data é contada a partir do considerado “fundo”, patamar mais baixo do S&P 500 no período, em 12 de outubro de 2022.

Desde então, o índice acumula valorização próxima de 120%,.

O período foi marcado pela explosão da inteligência artificial, um dos principais temas da bolsa americana os últimos tempos, pelo crescimento de lucros corporativos e por uma economia americana que mostrou resiliência mesmo diante de juros elevados.

Ainda assim, analistas se perguntam: quanto tempo ainda pode durar a euforia? Leia também Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai com exterior e dados de inflação dos EUA em foco Bolsas dos EUA recuam após dados de inflação EUA suspendem sanções contra presidente do Poder Legislativo da Venezuela Jorge Rodríguez lidera o legislativo venezuelano desde 2021 Embora Wall Street continue renovando máximas históricas, estrategistas ouvidos pela CNBC apontam que os próximos meses podem representar um teste importante para o mercado.

O avanço dos rendimentos dos Treasuries, a postura mais dura do Federal Reserve e a dependência das ações ligadas à inteligência artificial aparecem entre as principais ameaças para o ciclo de alta.

IA: combustível do bull market O bull market começou oficialmente em outubro de 2022, mas ganhou velocidade após o lançamento do ChatGPT, que desencadeou uma corrida sem precedentes por infraestrutura de inteligência artificial.

Empresas de tecnologia anunciaram investimentos bilionários em data centers, semicondutores e capacidade computacional, impulsionando receitas, lucros e expectativas de crescimento.

Nesse cenário, a Nvidia se tornou o grande símbolo da nova era tecnológica.

A fabricante de chips, que já era líder em hardware para processamento gráfico, transformou-se na principal fornecedora da revolução da IA e viu seu valor de mercado ultrapassar US$ 5 trilhões.

Em 2023, a companhia havia alcançado pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão.

Outras gigantes também foram beneficiadas pela corrida tecnológica.

O aumento dos gastos dos chamados hyperscalers, grandes empresas de computação em nuvem, impulsionou toda a cadeia ligada à expansão da inteligência artificial.

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