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STJ rejeita dois habeas corpus de Deolane Bezerra, presa há cinco meses no interior de SP

G1 São Paulo ·
STJ rejeita dois habeas corpus de Deolane Bezerra, presa há cinco meses no interior de SP

STJ não conhece dois habeas corpus de Deolane Bezerra e não vê ilegalidade evidente Reprodução/redes sociais O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recusou dois pedidos de habeas corpus apresentados pela defesa da advogada e influenciadora Deolane Bezerra, que está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP).

As decisões foram assinadas pelo ministro Ribeiro Dantas nesta quarta-feira (21), cinco meses após a prisão dela.

Um terceiro julgamento de habeas corpus de Deolane será julgado na próxima semana. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Deolane está presa preventivamente desde 21 de maio, no Pavilhão Especial da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo.

Ela e outros réus foram denunciados pelo Ministério Público (MP) no âmbito da Operação Vérnix, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

No fim de agosto, a pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), cumprindo a exigência legal de revisar a medida a cada 90 dias, a Justiça decidiu manter a advogada e os demais réus presos.

Na época, a defesa de Deolane classificou a decisão como “desnecessária, ilegal e desproporcional”.

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Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) afirmam que Deolane seria "a principal integrante do núcleo financeiro, responsável por ocultar e dissimular recursos de origem ilícita por meio de contas bancárias vinculadas a ela e às suas empresas, além de converter esses valores em bens de alto valor econômico".

Outro argumento apresentado pelo Gaeco é que dois dos denunciados, Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, continuam foragidos, o que, na avaliação da Promotoria, reforça a necessidade da prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal.

Um dos pedidos analisados agora questionava a prisão preventiva da influenciadora, investigada no âmbito da Operação Vérnix, que apura suspeitas de participação em uma organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.

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