Artesano une localização privilegiada, exclusividade e natureza
Em uma região próxima ao Parque dos Poderes, em Campo Grande, o Artesano aposta em uma proposta de moradia que combina exclusividade, privacidade e contato com a natureza.
Com apenas 161 lotes, o condomínio foi planejado para quem busca espaço e um estilo de vida mais reservado, com áreas verdes integradas ao projeto.
Em visita ao estande de vendas do Artesano Campo Grande, a jornalista Evelyn Souza conversou com o coordenador comercial do empreendimento, Dorvalino Vilela, que apresentou os principais diferenciais do projeto, as metragens dos terrenos e a proposta paisagística que integra a natureza aos espaços de convivência.
Os terrenos do Artesano têm áreas que variam de 455 a 599 metros quadrados.
Segundo Dorvalino Vilela, a quantidade limitada de lotes e a localização estão entre os aspectos que mais despertam o interesse dos compradores.
“O que chama a atenção, que eu tenho visto, é primeiramente a nossa localização, estamos muito próximos ao Parque dos Poderes, e a exclusividade por ter somente 161 lotes”, afirma.
A proposta é oferecer um ambiente com mais privacidade e espaço, valorizando também a relação dos moradores com as áreas verdes do condomínio.
Paisagismo como parte da experiência de morar Um dos destaques do Artesano é o projeto paisagístico assinado pelo escritório Burle Marx, que participa do desenvolvimento das áreas verdes do empreendimento em conjunto com o escritório de arquitetura responsável pelo projeto.
De acordo com Dorvalino, a vegetação não foi pensada apenas como elemento estético, mas como parte da experiência cotidiana dos moradores.
Essa proposta aparece também nos caminhos para pedestres, chamados de promenades, desenvolvidos para integrar os percursos internos à paisagem.
Um deles recebeu o nome de Caminho das Águas.
O projeto também prevê espaços de convivência voltados às crianças, com uma proposta que busca ir além dos playgrounds tradicionais.
Durante a apresentação da maquete, Dorvalino mostrou uma área com um córrego artificial, chafarizes e torneiras, planejada para que os pequenos possam brincar em contato com a água e a natureza.
“Em vez de a gente fazer um playground grande, a gente quis que as crianças se sentissem dentro da natureza também”, conta.
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