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Juros futuros fecham abaixo de 14% de olho em eleições e petróleo

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A curva de juros futuros encerrou o dia em baixa com o ambiente mais otimista no exterior e o cenário eleitoral apertado no radar dos investidores.

Além disso, o recuo mais forte do petróleo aliviou as curvas de juros globais, assim como sinais de reaproximação entre Estados Unidos e China.

Encerrados os negócios, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 oscilou de 13,554% no ajuste anterior a 13,550%.

O DI para janeiro de 2029 a mínima intradia de 13,675%, de 13,831% no ajuste de sexta-feira (18).

O DI para janeiro de 2031 teve baixa de 14,035% para 13,880%.

As taxas médias e longas renovaram mínimas rumo ao fim da sessão, também de olho na crise do STF.

A maior ajuda no dia, porém, veio de fora.

O que mexeu com os DIs hoje? Estrategista-chefe de mercados da Bannockburn Capital Markets, Marc Chandler, observou que esta foi a mais longa sequência de desvalorização do petróleo desde junho.

“A queda dos preços do petróleo parece estar ajudando os títulos na Europa e EUA e o dólar a se recuperarem da semana passada, além de sustentar os mercados de ações”, afirmou.

Às 17h25, a taxa da T-Note de 10 anos cedia de 4,997% a 4,954%.

O movimento dos títulos soberanos também refletiu maior apetite por risco antes de novos contatos diplomáticos entre EUA e China.

Prevista para quinta-feira, a cúpula entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping será o maior evento geopolítico da semana, avalia o diretor de pesquisa econômica do banco Pine, Cristiano Oliveira.

“A reunião será um teste da capacidade dos dois governos de estabelecer acordos pontuais e administrar divergências estratégicas”, disse.

Além da contribuição do exterior, o sócio e economista-chefe da Way Investimentos e professor da IBMEC-RJ e ESPM, Alexandre Espirito Santo, credita parte da distensão dos juros ao otimismo com a possibilidade de que a oposição vença o pleito presidencial no Brasil e, assim, haja um ajuste fiscal maior em 2027.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

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