Ex-militar é 'maníaco' e 'merece' ser executado por fuzilamento, diz Trump; EUA planejam transmitir ao vivo
Pelotão de fuzilamento: Estados Unidos terão primeira execução pública em 90 anos O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou nesta sexta-feira (9) de "maníaco" o ex-militar norte-americano que será executado por fuzilamento em dezembro, e disse que ele "merece" morrer desse jeito. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Nidal Hasan foi condenado à morte por matar 13 pessoas e ferir dezenas em um atentado na base militar de Fort Hood, no Texas.
Ele será executado por fuzilamento em dezembro em uma transmissão ao vivo, segundo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth.
Esta será a primeira execução pública nos EUA em 90 anos.
Execução por fuzilamento será transmitida ao vivo Imagem de Hasan divulgada pelas autoridades em 2012 Bell County Sheriff's Office/Reuters O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta quinta-feira (8) que o público poderá assistir à execução de Nidal Hasan, condenado por matar 13 pessoas em um ataque a tiros na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.
A aplicação da pena está marcada para 3 de dezembro e será realizada por um pelotão de fuzilamento.
Em entrevista ao canal de TV Real America's Voice, Hegseth disse que o exército vai garantir que as pessoas possam acompanhar a execução.
Segundo ele, a exposição pública serviria para mostrar que crimes deste tipo têm consequências graves nos EUA.
Ainda não está claro se haverá espectadores no local ou se a execução será transmitida pela internet ou pela televisão.
Questionado sobre se Hasan havia feito algum pedido final ou entrado em contato com o governo Trump, Hegseth respondeu apenas: “Não me importa.
Vamos vê-lo em 3 de dezembro.” O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, disse na última segunda (5) que o presidente Donald Trump havia autorizado a execução de Hasan.
Christa Pike está com raiva e confusa após sobreviver à execução, diz advogado Primeira execução militar em décadas A última execução pública no país ocorreu em 1936, no Kentucky.
Na ocasião, Rainey Bethea, um homem negro condenado por estuprar uma mulher branca, foi enforcado diante de uma multidão.
O caso marcaria o primeiro fuzilamento militar nos Estados Unidos desde 1945.
O último aconteceu com o soldado Eddie Slovik, morto na França por deserção durante a Segunda Guerra Mundial, segundo a emissora NPR.
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