Grupo que invadiu agência bancária pelo telhado é condenado a mais de 47 anos
Os seis homens presos por invadir uma agência bancária em Água Clara, a cerca de 195 quilômetros de Campo Grande, em janeiro de 2025, foram condenados a penas que, somadas, ultrapassam 47 anos de prisão.
Dois deles, apontados como responsáveis por entrar no estabelecimento, receberam as maiores sentenças e deverão cumprir mais de 12 anos em regime fechado.
Conforme a denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Robson dos Santos Jardim, de 33 anos, Vailton Pereira Sousa, de 22, Patrick Gouvea, de 29, Romário de Moura Silva, de 31, Pedro Henrique da Rocha Lira, de 28, e Vadelson Ferreira de Sousa, de 29, participaram da invasão e do furto na agência, localizada na Avenida Benevenutto Ottoni.
Segundo o MPMS, durante as investigações, foi constatado que Robson e Patrick também mantinham drogas para comercialização em uma residência no Jardim das Palmeiras.
No dia do crime, a Polícia Militar foi acionada após uma denúncia de que o alarme de segurança da agência estava disparado.
Ao chegarem ao local, os militares acionaram a Polícia Civil, que contou com o apoio da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros).
Os investigadores encontraram uma escada de alumínio na lateral da igreja que faz divisa com o banco.
O objeto teria sido usado pelo grupo para acessar o telhado.
Os policiais também localizaram ferramentas utilizadas na invasão e dois celulares deixados pelos suspeitos.
No telhado, havia ainda um colete à prova de balas com seis munições pertencentes à própria agência.
Do estabelecimento, o grupo levou um notebook, que não foi recuperado.
A partir dos celulares abandonados, os investigadores conseguiram identificar os envolvidos.
Ainda de acordo com o Ministério Público, Patrick, Romário, Pedro e Vailton passaram pela casa de Vadelson, onde ele estava com Robson, por volta das 23h do dia 7 de janeiro de 2025.
Em seguida, os seis seguiram para a agência bancária.
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