Mudança de temperatura pode agravar problemas respiratórios e dores articulares em pets
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Oscilações bruscas de temperatura exigem atenção extra com a saúde —a nossa e a dos pets .
Em cães e gatos, a amplitude térmica pede um esforço duplo de termorregulação, o que pode desencadear crises respiratórias e agravar doenças preexistentes.
"A grande preocupação não está nos dias isolados de frio ou calor, mas sim na velocidade dessa transição. Essas oscilações repentinas sobrecarregam os sistemas imunológico e articular dos animais mais sensíveis", afirma a veterinária Sibele Kono, diretora médica do Grupo Pet Care.
Os impactos variam conforme a idade e a anatomia do pet. Entre os animais mais sensíveis, estão as raças de focinho curto, como pug, shih tzu e gatos persas. Raças de focinho curto, como pug, shih tzu e gatos persas, sentem mais os efeitos.
Com as vias aéreas mais estreitas, têm dificuldade natural para dissipar o calor e tolerar o frio. Assim, são mais propensos a tosse, alergias e falta de ar, segundo o hospital veterinário.
O responsável também deve ficar atento se o animal demonstrar relutância para caminhar, dificuldade para se levantar ou se isolar em cantos mais aquecidos.
Isso porque o frio favorece problemas osteoarticulares, como artrite, artrose e displasia. A queda na temperatura aumenta a rigidez muscular e a sensibilidade das articulações.
A veterinária lista quatro dicas para proteger o pet e amenizar os efeitos da gangorra térmica.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.