sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Lula volta a criticar EUA, defende reforma do Judiciário em 2027 e apoia redução da maioridade penal› Brasil deve voltar a ser 8ª maior economia global em 2027, projeta FMI› Spyware israelense infecta milhões de dispositivos via anúncios sem clique, revela pesquisa› Novo Datafolha aponta cenário de empate técnico, com Lula diminuindo diferença› Maduro e Cilia Flores se declaram inocentes de acusações nos EUA› Comunidade LGBTQIA+ sofre perseguição no Senegal com prisões e testes de HIV forçados› O buquê de Espertirina e a luta por direitos no Rio Grande do Sul› O voto no exterior importa?› Oposição italiana pede voto em Lula e denuncia interferências dos EUA na eleição› Trump desiste de transmitir ao vivo fuzilamento de autor do massacre de Fort Hood› Lula volta a criticar EUA, defende reforma do Judiciário em 2027 e apoia redução da maioridade penal› Brasil deve voltar a ser 8ª maior economia global em 2027, projeta FMI› Spyware israelense infecta milhões de dispositivos via anúncios sem clique, revela pesquisa› Novo Datafolha aponta cenário de empate técnico, com Lula diminuindo diferença› Maduro e Cilia Flores se declaram inocentes de acusações nos EUA› Comunidade LGBTQIA+ sofre perseguição no Senegal com prisões e testes de HIV forçados› O buquê de Espertirina e a luta por direitos no Rio Grande do Sul› O voto no exterior importa?› Oposição italiana pede voto em Lula e denuncia interferências dos EUA na eleição› Trump desiste de transmitir ao vivo fuzilamento de autor do massacre de Fort Hood
Economia

Depois da euforia, mercado passa a ter cautela com trade eleitoral: o que esperar?

InfoMoney ·
Depois da euforia, mercado passa a ter cautela com trade eleitoral: o que esperar?

A Bolsa brasileira vive uma espécie de ressaca após a euforia do primeiro turno das eleições.

Depois de disparar 8,82% na semana passada, no melhor desempenho desde março de 2020, o Ibovespa passou a devolver parte dos ganhos, enquanto o dólar voltou a subir e os investidores reduziram posições mais agressivas à medida que a disputa presidencial se mostra mais apertada do que o mercado imaginava logo após a votação.

Nos três pregões desta semana até esta quinta-feira (15), o Ibovespa acumulou queda de 2,3%, na casa dos 204 mil após bater os 209 mil, enquanto o dólar avançou mais de 2%, voltando para a região de R$ 5,09.

A mudança de humor reflete uma combinação de fatores: pesquisas mostrando um segundo turno competitivo, dúvidas sobre o cenário fiscal e novas propostas com potencial de impacto nas contas públicas, como a tarifa zero para transporte urbano aos fins de semana, o perdão de dívidas de MEIs e os debates em torno da redução da jornada de trabalho.

Para Luis Otávio de Souza Leal, economista-chefe da G5 Partners, o movimento representa um “choque de realidade” após a reação inicialmente exuberante ao desempenho de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.

Segundo ele, parte do mercado passou a rever apostas diante da percepção de que a eleição continua aberta e dependerá fortemente das pesquisas e dos eventos de campanha das próximas semanas.

A mesma leitura aparece no câmbio, conforme avalia Márcio Riauba, da StoneX Banco de Câmbio, que aponta que a nova rodada de pesquisas reduziu a convicção que sustentava boa parte do fechamento recente do prêmio político nos ativos brasileiros.

O especialista avalia que o real deve continuar bastante sensível às próximas pesquisas e à percepção de qual candidato oferece maior previsibilidade fiscal.

“A leitura predominante é que o movimento daqui para frente dependerá menos do resultado do primeiro turno e mais da velocidade de convergência das próximas pesquisas.

Caso os levantamentos passem a indicar uma vantagem mais consistente para um candidato associado a maior previsibilidade fiscal, o real pode voltar a capturar fluxo estrangeiro adicional.

Por outro lado, um cenário de disputa apertada até a reta final tende a manter volatilidade elevada e demanda por proteção cambial”, aponta.

Na noite de quinta-feira, pesquisa Datafolha mostrou que a vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diminuiu no segundo turno da disputa pelo Planalto, mostrou pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, ainda que as variações registradas estejam dentro da margem de erro.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›