VÍDEO: Inteligência artificial nas eleições — o que pode e o que não pode?
IA nas eleições - pode ou não pode? As eleições de 2026 serão as primeiras realizadas no Brasil após a popularização de ferramentas de inteligência artificial capazes de produzir imagens, áudios e vídeos cada vez mais realistas.
Diante desse cenário, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ampliou as regras para o uso da tecnologia durante a campanha.
Assista no vídeo acima.
E pode usar? Sim.
O uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral é permitido, mas é obrigatório informar que o conteúdo foi gerado por IA.
Já os deepfakes — conteúdos manipulados para simular o rosto, a voz ou a manifestação de uma pessoa — estão proibidos desde as eleições municipais de 2024. 👉🏻No início de março, o tribunal divulgou as regras que irão guiar os partidos e candidatos nas eleições de 2026.
Entre as novidades deste ano, estão restrições, nas 72 horas anteriores e nas 24 horas posteriores à votação, à publicação de novos conteúdos feitos ou alterados por IA que usem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.
Plataformas de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, também não podem recomendar candidatos ou ranquear candidaturas, mesmo que o usuário faça esse pedido.
Veja todas as regras para IA nas eleições 📍Em uma série de 50 vídeos, o g1 vai explicar os principais temas das eleições de 2026.
Os conteúdos mostram como funcionam as pesquisas, explicam o papel dos cargos em disputa e o funcionamento do Congresso, e trazem orientações práticas para votar.
A série também aborda o impacto das novas tecnologias na campanha, como inteligência artificial, deepfakes e influenciadores.
Arte g1
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.