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Do sedentarismo à inflamação: 4 formas como a obesidade cria um ciclo que prejudica a saúde

A Gazeta (ES) ·
Do sedentarismo à inflamação: 4 formas como a obesidade cria um ciclo que prejudica a saúde

A obesidade é uma doença crônica e multifatorial que vai muito além do excesso de peso. O sedentarismo, a inflamação, a resistência à insulina, a perda de condicionamento físico e a redução da massa muscular podem se relacionar e criar um ciclo difícil de interromper.

Isso não significa que a obesidade seja resultado apenas da falta de exercício. Genética, alimentação, sono, fatores hormonais, emocionais, sociais e ambientais também participam do processo. Ainda assim, aumentar a atividade física e reduzir o tempo em comportamento sedentário são estratégias importantes para recuperar a saúde metabólica e funcional.

Abaixo, veja formas como a obesidade cria um ciclo que prejudica a saúde.

Passar muitas horas sentado e utilizar pouco a musculatura reduz o estímulo necessário para manter força, condicionamento e eficiência metabólica. Com o tempo, o corpo pode ficar menos preparado para atividades que antes pareciam simples, criando uma barreira adicional para quem deseja começar a se exercitar.

Além disso, sedentarismo e ausência completa de exercício não são necessariamente a mesma coisa. Uma pessoa pode caminhar durante alguns minutos do dia e permanecer sentada por muitas horas. Por isso, reduzir o tempo sedentário também faz parte da estratégia.

“O sedentarismo contribui para o ciclo da obesidade e da inflamação porque reduzimos o gasto energético e também a capacidade do músculo de captar glicose e utilizar gordura como fonte de energia. Com o tempo, isso favorece resistência à insulina, perda de condicionamento e acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal”, explica o Dr. Guilherme Moury Fernandes, médico do Exercício e do Esporte.

O tecido adiposo não é simplesmente um estoque de energia. Quando há excesso de gordura, especialmente na região abdominal, o tecido adiposo pode apresentar alterações metabólicas e participar da liberação de mediadores inflamatórios. Esse processo está associado a alterações que vão além da balança.

A inflamação crônica de baixo grau pode afetar diferentes tecidos e contribuir para problemas metabólicos, musculares e articulares. Segundo o Dr. Fernando Jorge, ortopedista com atuação em medicina regenerativa e tratamentos intervencionistas, os efeitos também podem ser percebidos no sistema musculoesquelético.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).

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