Moro defende redução do número de secretarias no Paraná para “respeitar o dinheiro do contribuinte”
O senador e ex-juiz Sergio Moro, candidato ao Governo do Paraná, defendeu nesta segunda-feira (17) a redução do número de secretarias estaduais como parte de um “choque de gestão e eficiência”.
Sergio Moro quer reduzir número de secretarias de Estado no Paraná.
Foto: Reprodução/ Ric RECORD Paraná Durante sabatina no jornal da Ric notícias Manhã, Moro afirmou que o Paraná tem atualmente 25 secretarias e que algumas desempenham funções que poderiam ser agrupadas.
A proposta, segundo ele, é reorganizar a estrutura do Governo para tornar o uso dos recursos públicos mais eficiente.
“Nós queremos dar um choque de gestão e eficiência para respeitar o dinheiro do contribuinte, melhor atender às necessidades básicas de cada cidadão.” afirmou Sergio Moro.
Veja os patrimônios dos candidatos ao Governo do Paraná Moro defende redução do número de secretarias e readequação do dinheiro público Sergio Moro afirmou que o Estado possui secretarias que, na avaliação dele, poderiam ser reorganizadas para reduzir gastos e burocracias.
O candidato também defendeu o fim de privilégios na administração pública como forma de gerar economia aos cofres estaduais.
A proposta é destinar os recursos que sobram para áreas consideradas prioritárias, como saúde, educação, infraestrutura e segurança pública .
Sergio Moro quer criar forças-tarefa nos moldes da Lava Jato para combater o crime organizado no Paraná Moro, no entanto, não informou quais secretarias ele pretende extinguir ou unir.
Segundo ele, essa definição ocorrerá posteriormente.
Criação da Secretaria anticorrupção.
Apesar de defender a redução da estrutura administrativa, Moro propõe criar uma Agência Anticorrupção Estadual , que também poderia ser uma Secretaria Anticorrupção.
A ideia é transformar a atual Controladoria-Geral do Estado (CGE) em um órgão de prevenção e investigação de irregularidades.
Segundo o candidato, a estrutura teria como objetivo identificar desvios rapidamente , investigar movimentações financeiras suspeitas e adotar medidas para evitar prejuízos aos cofres públicos.
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