Pentágono nega falta de munições dos EUA na guerra com Irã
O Pentágono negou as alegações de falta de munições dos EUA durante a guerra com o Irã, após reportagens apontarem consumo elevado de mísseis americanos.
O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, afirmou que as alegações de escassez são falsas. Ele disse que os EUA têm os recursos necessários para atacar no momento e no local escolhidos pelo presidente.
Uma reportagem da Reuters, publicada em 4 de agosto, informou que o Exército dos EUA esgotou quase todo o estoque de mísseis de longo alcance durante cinco meses de guerra. Essas armas permitem ataques precisos a distância e tiveram papel central no conflito com o Irã.
Donald Trump afirmou que o país tem mais munições do que qualquer outro e em quantidade superior à necessária. Em publicação na Truth Social, ele escreveu que os EUA têm " quantidades enormes de munições" e que as alegações de falta foram fabricadas.
Os EUA dispararam mais de 850 mísseis Tomahawk e mais de 1.000 mísseis Terminal High Altitude Area Defense (THAAD) no primeiro mês do conflito, informou o Washington Post. O jornal também registrou o uso de ao menos 1.300 mísseis balísticos táticos.
Entre fevereiro e julho, os EUA usaram cerca de 65% dos interceptadores Patriot, de acordo com a Reuters. O Pentágono também pediu a líderes da indústria de defesa planos para acelerar entregas e ampliar a produção de armas, informou o Washington Post.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.