Saiba como funciona o mercado de opções e quais os riscos para o investidor
O mercado de opções permite ao investidor negociar direitos de compra ou venda de ações por um preço previamente determinado.
Diferentemente da aquisição direta de uma ação, as opções não representam a obrigação de realizar a operação: quem compra o contrato pode decidir posteriormente se deseja ou não exercer esse direito.
Existem dois tipos de opções: as opções de compra, conhecidas como call, e as opções de venda, chamadas de put.
Em ambos os casos, o investidor paga um valor, chamado de prêmio, para adquirir esse direito.
O tema foi destaque no quadro “ Papo de Investidor ”, apresentado por Marilia Fontes no Resenha do Dinheiro desta semana.
“Imagine que você tem o direito de comprar uma ação da Petrobras a R$ 40.
Se a ação estiver sendo negociada a R$ 30 no mercado, você não vai querer exercer esse direito.
Mas, se estiver a R$ 50, poderá comprar a ação por R$ 40.
A opção é um direito, não um dever.
Você decide se quer exercê-la ou não”, explica Marilia.
O mesmo princípio vale para as opções de venda.
Nesse caso, o investidor adquire o direito de vender um ativo por um preço determinado, o que pode ser utilizado, por exemplo, como uma forma de proteção diante de uma eventual queda da ação.
Deterioração institucional ameaça ambiente de negócios, diz Eurasia Expectativa eleitoral impulsiona small caps e atrai investidores Taxas dos DIs caem após deflação maior que a esperada em agosto no Brasil Uma das características que tornam as opções atrativas é a possibilidade de limitar a perda para quem compra o contrato.
No caso de uma opção de compra, se a ação cair e o exercício deixar de ser vantajoso, o investidor pode optar por não exercer o direito.
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