quarta-feira, 2 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
O que tá rolando hoje: o novo 'bug do milênio' e como PF acessa mensagens? Governo dos EUA defende OpenAI em ação do NYT sobre direitos autorais Google escapa de desmembramento de unidade de tecnologia de publicidade em terceira derrota antitruste para os EUA Anthropic está de volta ao 'lado certo' com governo Trump, diz secretário Uber demitirá 10% dos funcionários no maior corte desde a pandemia de Covid-19 Juíza rejeita fatiar Google, mas manda abrir mercado de anúncios a rivais IA para os seus dentes: Escova tem jato potente que substitui o fio dental Presidente-executivo da Nvidia pede que G20 evite regulamentações sobre IA com base em danos "teóricos" Como PF consegue ler mensagens de Vorcaro, mesmo apagadas e vistas uma vez Sob nova direção, Apple manterá prestígio na era da IA? O que tá rolando hoje: o novo 'bug do milênio' e como PF acessa mensagens? Governo dos EUA defende OpenAI em ação do NYT sobre direitos autorais Google escapa de desmembramento de unidade de tecnologia de publicidade em terceira derrota antitruste para os EUA Anthropic está de volta ao 'lado certo' com governo Trump, diz secretário Uber demitirá 10% dos funcionários no maior corte desde a pandemia de Covid-19 Juíza rejeita fatiar Google, mas manda abrir mercado de anúncios a rivais IA para os seus dentes: Escova tem jato potente que substitui o fio dental Presidente-executivo da Nvidia pede que G20 evite regulamentações sobre IA com base em danos "teóricos" Como PF consegue ler mensagens de Vorcaro, mesmo apagadas e vistas uma vez Sob nova direção, Apple manterá prestígio na era da IA?
Política

Caso de Bolsonaro faz TSE fixar critérios para deepfake; entenda

Poder360 ·

O Tribunal Superior Eleitoral definiu na 3ª feira (1º.set.2026) os critérios para caracterizar vídeos e áudios manipulados por inteligência artificial como deepfake nas eleições de 2026.

A definição foi estabelecida durante o julgamento de uma ação contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pelo uso de um vídeo criado por IA com a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Por maioria, a Corte rejeitou a aplicação de multa a Flávio Bolsonaro e determinou que a proibição do uso de deepfakes só se aplica quando o material for enquadrado como propaganda eleitoral.

Os ministros entenderam que a exibição do vídeo em uma convenção partidária transmitida pela internet não constituiu irregularidade.

CRITÉRIOS PARA DEEPFAKE Por 5 votos a 2, o TSE fixou que deepfake é o conteúdo sintético produzido ou manipulado por inteligência artificial ou tecnologia equivalente que apresente grau de realismo ou verossimilhança e crie, reproduza ou altere a imagem, a voz ou a manifestação de pessoa viva, falecida ou fictícia.

Para que haja punição pela Justiça Eleitoral, o tribunal decidiu que é indispensável que a publicação seja caracterizada como propaganda eleitoral.

Ficaram vencidos na definição desses critérios os ministros Villas Bôas Cueva e Floriano de Azevedo Marques.

TESE FIXADA PARA AS ELEIÇÕES 2026 Com a decisão, o TSE estabeleceu uma tese jurídica que orientará os juízes eleitorais em processos semelhantes em todo o país.

O entendimento fixado pela Corte determina duas regras principais: caracterização de deepfake: pressupõe o uso de conteúdo sintético via IA com elevado grau de verossimilhança que altere imagem, voz ou manifestação de pessoas, sendo obrigatória a sua caracterização como propaganda eleitoral para a aplicação de vedações e sanções; transmissão digital: a exibição de convenção partidária na internet não transforma automaticamente uma declaração de apoio político aos partidários em propaganda eleitoral antecipada, devendo a análise considerar o contexto, os destinatários e a linguagem utilizada.

TRANSMISSÃO DE CONVENÇÕES A decisão foi tomada na análise de um pedido da coligação FE Brasil, formada por PT, PCdoB e PV.

A federação questionou um vídeo exibido na Convenção Nacional do PL, realizada em 25 de julho, no qual Jair Bolsonaro aparecia declarando apoio à candidatura de seu filho Flávio Bolsonaro.

Os partidos afirmavam que houve propaganda antecipada e uso ilícito de deepfake .

Por 4 votos a 3, os ministros rejeitaram o pedido.

O relator do caso, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a convenção é um evento fechado destinado a deliberações internas e que o ato de transmitir a cerimônia em plataformas digitais não converte o discurso de apoio em pedido explícito de voto.

Ler a notícia completa no Poder360 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

Mais de Poder360

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›