Nova potência vai superar o Japão e se tornar a 4ª maior economia do mundo em 2027
A Índia deve ultrapassar o Japão e se tornar a quarta maior economia do mundo em 2027, segundo projeções divulgadas nesta quinta-feira, 15, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
O Produto Interno Bruto (PIB) indiano deve atingir US$ 4,5 trilhões no próximo ano, resultado de um crescimento econômico que contrasta com a estagnação japonesa.
O Japão, atualmente na quarta posição, deve cair para o sexto lugar, atrás também do Reino Unido.
O ranking considera o PIB nominal, calculado em dólares, e tem os Estados Unidos na liderança, seguidos por China e Alemanha.
A posição de cada país depende tanto do desempenho de sua economia quanto da cotação de sua moeda em relação ao dólar.
A Índia está entre as grandes economias que mais crescem.
O FMI elevou para 7% sua previsão de expansão do país em 2026, apesar da alta dos preços internacionais da energia provocada pela guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Para o Japão, a estimativa é de crescimento de apenas 0,7%.
Índia resiste à alta do petróleo A economia indiana chegou ao período de instabilidade internacional com crescimento elevado e reservas financeiras que ajudam a enfrentar o encarecimento das importações.
Continua após a publicidade Segundo Krishna Srinivasan, diretor do Departamento para Ásia e Pacífico do FMI, o país estava em condições favoráveis antes do início do choque nos preços da energia.
A instituição também destacou a situação fiscal indiana como um fator de resistência às turbulências externas.
O desempenho reflete a expansão de uma economia com grande mercado interno.
O aumento da atividade econômica tem permitido à Índia ganhar participação na produção mundial, mesmo diante das dificuldades provocadas pelos conflitos internacionais.
Continua após a publicidade A mudança no ranking, porém, não significa que a população indiana tenha alcançado o padrão de vida japonês.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.