Might & Magic Fates permite negociar cartas digitais. Mas o que os jogadores realmente possuem?
Quem compra uma carta física pode guardá-la, vendê-la ou entregá-la a outra pessoa.
Nos jogos digitais, essa liberdade quase nunca existe.
O jogador pode gastar dinheiro para formar uma coleção, mas os itens normalmente permanecem vinculados à sua conta e às regras da empresa responsável pelo jogo.
Might & Magic Fates , jogo gratuito de estratégia da Ubisoft, tenta diminuir essa diferença.
Desenvolvido em parceria com a Immutable, o título reúne centenas de cartas inspiradas no universo de Might & Magic e permite que algumas delas sejam negociadas fora do jogo nas regiões em que o recurso está disponível.
A funcionalidade utiliza blockchain, mas a questão mais importante para o jogador não está na tecnologia.
Está nos direitos que ele recebe sobre uma carta depois de conquistá-la ou comprá-la.
Um jogo de cartas digitais com um mercado externo Might & Magic Fates coloca heróis, criaturas, feitiços, artefatos e construções em partidas estratégicas por turnos.
Os jogadores podem combinar cartas de diferentes facções e criar baralhos sem ficar presos exclusivamente à origem do herói escolhido.
O título também diferencia cartas convencionais de cartas registradas como NFTs.
Nas regiões elegíveis, determinadas cartas podem ser negociadas em um marketplace externo operado com a tecnologia da Immutable.
Isso permite que o ativo seja transferido entre jogadores sem que a operação dependa apenas do inventário interno do game.
A ideia recupera uma característica comum dos jogos de cartas físicos.
Uma pessoa que deixa de jogar pode vender parte de sua coleção, trocar cartas com outros jogadores ou simplesmente mantê-las guardadas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observatoriodocinema.uol.com.br — o conteúdo pertence a Observatório do Cinema.