sábado, 10 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Paga pra ver? Fala de Altman sobre aceitar riscos da IA gera debates› IA da Anthropic envia denúncia falsa de homicídio a site de polícia nos EUA› Chefe de agência dos EUA remete ao Pentágono decisão sobre transmissão de fuzilamento na TV› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› As empresas mais poderosas do mundo não têm fábricas› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA› Paga pra ver? Fala de Altman sobre aceitar riscos da IA gera debates› IA da Anthropic envia denúncia falsa de homicídio a site de polícia nos EUA› Chefe de agência dos EUA remete ao Pentágono decisão sobre transmissão de fuzilamento na TV› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› As empresas mais poderosas do mundo não têm fábricas› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA
Saúde

A evidência mais antiga de uso de droga psicoativa

Folha · Equilíbrio e Saúde ·
A evidência mais antiga de uso de droga psicoativa

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Os primeiros traços de consumo de estimulantes psicoativos por parte do ser humano podem remontar a cerca de 25 mil anos, muito antes do que se supunha, sugerem os restos ósseos de pessoas que teriam chupado nozes de bétele na Indonésia .

Os restos de dois caçadores-coletores da ilha indonésia de Sulawesi, provenientes de sítios arqueológicos do Pleistoceno tardio e do Holoceno médio, foram objeto de um estudo publicado nesta quarta-feira (9) pela revista Science Advances .

A descoberta pode constituir a evidência mais antiga conhecida do consumo de substâncias psicoativas e "permitir deduzir as raízes pré-históricas de um dos estimulantes viciantes mais difundidos do mundo", indica a pesquisa.

A noz de bétele, também conhecida como noz de areca, é uma das drogas de origem vegetal mais populares da Ásia e do Pacífico Sul. Tradicionalmente, ela é mastigada na forma de uma mistura preparada conhecida como "betel quid" e proporciona uma sensação de leve euforia e aumento do estado de alerta.

Embora seja pouco conhecida no Ocidente, "é a quarta substância psicoativa mais consumida do mundo, depois do álcool , da cafeína e da nicotina ", destaca Adam Brumm, autor principal do estudo e pesquisador da Universidade Griffith, na Austrália.

Os pesquisadores se concentraram nos dentes de dois coletores pré-agrícolas, o mais antigo datado entre 25 mil e 16 mil anos atrás e o outro de entre 7.600 e 6.300 anos atrás, que apresentavam um desgaste incomum na forma de sulcos profundos e arredondados.

Os cientistas levantaram a hipótese de que as marcas eram resultado de chupar repetidamente um objeto duro e arredondado, como nozes inteiras. A análise dentária posterior revelou traços de arecolina, o principal composto neuroativo do bétele, em ambos os indivíduos, fornecendo evidências sólidas de sua ingestão.

Atualmente, os consumidores de bétele misturam a semente processada com cal apagada e outros ingredientes para formar uma pequena bola que é mastigada.

Para testar essa hipótese, a equipe mergulhou nozes de bétele em saliva artificial e analisou o resultado utilizando receptores humanos clonados expressos em óvulos de rã.

"Isso demonstrou que simplesmente chupar nozes de bétele intactas libera arecolina em quantidades suficientes para produzir um efeito fisiológico que altera a função cerebral", explica Brumm em um comunicado da universidade australiana.

Os antigos coletores da ilha costumavam ter os dentes em más condições . Como a arecolina possui efeitos analgésicos, a equipe suspeita que uma das razões para chupar as sementes fosse aliviar desconfortos bucais.

No entanto, chupar essas sementes duras e abrasivas desgastou tanto a dentição que, em alguns casos, a câmara pulpar interna ficou completamente exposta.

"Isso teria sido extremamente doloroso, teria causado dificuldades para se alimentar e aumentado consideravelmente a taxa de infecções dentárias crônicas", avalia Brumm.

Ler a notícia completa no Folha · Equilíbrio e Saúde ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Equilíbrio e Saúde.

Mais de Folha · Equilíbrio e Saúde

Ver tudo ›

Mais em Saúde

Ver tudo ›