"Vamos buscar o superávit fiscal sem penalizar os mais pobres", diz Geraldo Alckmin
No segundo turno das eleições, o vice-presidente Geraldo Alckmin assumiu maior protagonismo na campanha de Lula.
Ontem, em Salvador, diante de empresários, Alckmin voltou a defender o equilíbrio fiscal aliado ao crescimento econômico.
Durante a conversa, o vice-presidente afirmou que o governo federal pretende alcançar superávit primário a partir do próximo ano e defendeu que o esforço fiscal não recaia sobre os aposentados, mas sobre os supersalários e os privilégios.
Ele defendeu ainda a implementação da Reforma Tributária e afirmou que o ajuste fiscal não pode levar o País à recessão.
Ele abordou ainda o fim da escala de trabalho 6x1, as perspectivas de investimentos na Bahia e a necessidade de melhorar a infraestrutura do Estado.O senhor veio a Salvador para se reunir com empresários baianos para debater o cenário econômico do país, seus desafios e as perspectivas para o futuro.
Qual avaliação o senhor faz do encontro?Nós tivemos um bom encontro aqui em Salvador com representantes do setor do agro, da indústria, indústria química, petroquímica, automotiva.
Estavam presentes a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Também participaram representantes da economia criativa, cultura, turismo e infraestrutura, que é essencial em um estado de dimensões continentais como é a Bahia.Vim à Bahia para ouvir.
Quem ouve mais, erra menos.
A Ford fechou sua fábrica aqui na Bahia, mas o Estado ganhou a BYD, a maior indústria de veículos elétricos e híbridos do mundo.
Apoiamos o setor químico e petroquímico.
A Unigel, fábrica de fertilizantes, reabriu em Camaçari.
Fizemos a defesa comercial do setor químico, petroquímico, agroindústria, biocombustíveis, etanol de milho.
E estamos batendo recordes de exportação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.