sábado, 29 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Cebola na grelha quente funciona? O truque que ajuda a soltar gordura Empresa francesa de computação quântica dispara em estreia na Nasdaq Avanços robóticos sem precedentes da China mostram limites da velocidade humana Tencent lança novo modelo de IA de código aberto para tarefas de programação e pesquisa Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA Meta é denunciada por publicidade abusiva em escolas de SP Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte Cebola na grelha quente funciona? O truque que ajuda a soltar gordura Empresa francesa de computação quântica dispara em estreia na Nasdaq Avanços robóticos sem precedentes da China mostram limites da velocidade humana Tencent lança novo modelo de IA de código aberto para tarefas de programação e pesquisa Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA Meta é denunciada por publicidade abusiva em escolas de SP Sony e Warner processam Anthropic por uso de músicas em IA Claude Audiência de conciliação entre Discord e Justiça é marcada para dia 2 Unico x Serasa: perícia enfraquece caso do 'maior roubo de dado do Brasil' Armário com cheiro de mofo? Veja como eliminar o odor e evitar que volte
Últimas

Maioria dos brasileiros é contra morte assistida, mas opção por interromper tratamento divide país, mostra Datafolha

Folha de S.Paulo ·
Maioria dos brasileiros é contra morte assistida, mas opção por interromper tratamento divide país, mostra Datafolha

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

A maioria dos brasileiros é contrária à morte assistida, procedimento médico que põe fim à vida a pedido de um paciente com doença incurável em muito sofrimento. Há dois tipos possíveis da intervenção: a eutanásia , quando o fármaco letal é aplicado por um profissional, e o suicídio assistido , quando a própria pessoa toma a medicação.

Quando a pergunta é sobre interromper tratamentos para doenças sem chances de cura, a população se divide, aponta pesquisa Datafolha , a primeira a sondar a opinião pública sobre o tema no país.

O levantamento ouviu 2.050 pessoas em 137 municípios de todas as regiões do Brasil, nos dias 3 e 4 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Em relação à eutanásia, 56% se disseram contra (45% totalmente contra e 11% parcialmente contra), e 39% se disseram a favor (22% totalmente a favor e 17% parcialmente a favor). Outros 2% não se posicionaram, e 3% não souberam responder.

Sobre o suicídio assistido, a rejeição é maior. Do total, 60% se disseram contra (50% totalmente contra e 10% parcialmente contra), e 35% se disseram a favor (22% totalmente a favor e 13% parcialmente a favor). Outros 2% não se posicionaram, e 3% não souberam responder.

Quando a pergunta trata da interrupção de tratamentos que apenas prolongam a vida artificialmente, sem chance de cura, a pedido do paciente ou da família, o resultado é um empate: 48% acham que os médicos deveriam poder interromper esses tratamentos, e 48% acham que não deveriam. Os demais 5% não souberam responder —a soma ultrapassa 100% por questão de arredondamento.

A pesquisa também testou uma formulação mais ampla, sem mencionar diretamente a atuação de um médico, perguntando se os entrevistados concordam ou discordam da afirmação de que cada pessoa deveria poder decidir sobre o fim da própria vida , incluindo o momento e a forma de morrer, mesmo que isso signifique antecipar a morte.

Do total, 51% discordaram (40% discorda totalmente e 11% discorda em parte), e 46% concordaram (28% concorda totalmente e 18% concorda em parte). Apenas 1% não se posicionou, e 2% não souberam responder. Considerada a margem de erro, a diferença entre os dois grupos é a mais estreita da pesquisa, desconsiderando o empate anterior.

Por fim, ao serem questionados, de forma geral, se consideram moralmente aceitável ou moralmente errado um médico ajudar um paciente terminal a encerrar a própria vida a pedido dele, 51% disseram considerar moralmente errado, e 42%, moralmente aceitável. A opção depende da situação foi escolhida por 4% dos entrevistados; outros 3% não souberam responder.

A amostra é formada por 48% de católicos e 27% de evangélicos.

Ler a notícia completa no Folha de S.Paulo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

Mais de Folha de S.Paulo

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›