Eleição mostra força de candidatos influencers na Grande SP, mas também mantém redutos regionais na Câmara e na Alesp
Veja regiões que ganharam ou perderam deputados estaduais e federais As eleições de 2026 mostraram a força das redes sociais na escolha dos deputados estaduais e federais em São Paulo.
Fenômenos como Eduarda Campopiano (PL), eleita deputada estadual com quase 2 milhões de votos; Lucas Pavanato (PL), eleito deputado federal com mais de 3 milhões de votos; e Erika Hilton (PSOL), que recebeu cerca de 1,5 milhão de votos para a Câmara dos Deputados, têm em comum uma forte atuação no universo virtual.
Apesar do avanço dos chamados candidatos influencers, que conseguiram votações expressivas espalhadas pelo estado, o resultado das urnas também mostra que deputados estaduais e federais com redutos territoriais específicos conseguiram obter uma boa votação.
Um levantamento mostra quais regiões da Grande São Paulo ganharam e perderam representantes nas eleições deste ano.
No caso dos deputados federais, o ABC terá três representantes, um a menos do que na atual legislatura.
O Alto Tietê, onde ficam cidades como Guarulhos e Mogi das Cruzes, terá um deputado a mais e ficará com quatro representantes.
Já a região oeste da Grande São Paulo, onde estão Barueri, Osasco e Santana de Parnaíba, terá quatro deputados, dois a mais do que atualmente.
Deputados estaduais da Alesp em 2026 Divulgação/Alesp Veja a lista completa de todos os deputados federais eleitos no estado de São Paulo em 2026 Veja a lista completa dos deputados estaduais eleitos por São Paulo Embu das Artes também elegeu um deputado federal: Ney Santos (Republicanos), que foi prefeito da cidade por dois mandatos.
Santo André ajudou a eleger Paulo Serra (PSDB), ex-prefeito da cidade.
Outro nome conhecido, Orlando Morando (MDB), que governou São Bernardo do Campo e também foi secretário de Segurança na capital, não conseguiu uma vaga.
Cada deputado federal tem direito a cerca de R$ 40 milhões em emendas, que podem ser destinadas aos municípios.
Para o cientista político Cláudio Couto, a concentração de votos em determinadas regiões pode ser uma estratégia eleitoral para candidatos que atuam diretamente nesses territórios.
"Você leva benefício e você também organiza a sua campanha de maneira a intensificar os seus esforços e os seus recursos num único lugar.
É claro que você tende a ter uma votação mais localizada e pode se dar muito bem.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.