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Manus negocia rodada de US$ 500 milhões após separação da Meta

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Manus negocia rodada de US$ 500 milhões após separação da Meta

Logo da Manus | Crédito: Divulgação Agora que voltou a operar de forma independente, a Manus , startup chinesa de inteligência artificial (IA), negocia uma nova rodada de investimentos.

Segundo o The Wall Street Journal , a companhia busca captar US$ 500 milhões, com valuation de US$ 4 bilhões.

Entre os possíveis investidores estão IDG Capital , Boyu Capital e a fabricante de baterias Contemporary Amperex Technology , além dos atuais acionistas Tencent , HSG e Zhenfund .

A Manus também avalia uma reestruturação para se preparar para uma eventual oferta pública inicial de ações (IPO) em Hong Kong.

Neste mês, a empresa afirmou ter retomado as operações de forma independente e que a equipe fundadora continuará no comando.

A possível rodada acontece após a China determinar, em abril, a anulação da aquisição da startup pela Meta .

Uma quase-aquisição A Meta anunciou a compra da Manus em 29 de dezembro de 2025.

O negócio, avaliado em mais de US$ 2 bilhões, foi confirmado pela companhia, que disse que a equipe da startup seria incorporada à sua frente de IA para desenvolver agentes de uso geral em produtos voltados a consumidores e empresas, incluindo o Meta AI.

A Manus é controlada pela Butterfly Effect e mantinha operações na China até julho de 2025, quando fechou os escritórios no país e transferiu a operação para Singapura.

Dois meses antes, em maio, havia captado US$ 75 milhões em uma rodada liderada pela Benchmark .

Depois de viralizar com a demonstração de seu agente de IA, a startup teria, na época da aquisição, receita recorrente anual (ARR, na sigla em inglês) superior a US$ 100 milhões.

Em 27 de abril, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (NDRC, na sigla em inglês) determinou a anulação da aquisição e proibiu o investimento estrangeiro na Manus , segundo a Reuters .

Pequim citou possíveis violações de regras de controle de exportações e de investimento estrangeiro.

A Meta , por sua vez, afirmou que “a transação cumpriu integralmente a legislação aplicável”.

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