segunda-feira, 14 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Irã adia reunião sobre Ormuz e nega envolvimento em conflito no Iêmen Eleição acirrada na Suécia aponta vitória da centro-esquerda Ministro israelense quer tirar cidadania dos diretores de ‘Naza’, documentário premiado em Veneza Programa ultraliberal de Flávio Bolsonaro distorce dados sobre dívida pública e privatizações, dizem especialistas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte pressionam por referendo de independência Houthis atacam base saudita em meio à escalada de combates no Iêmen Empresários ligados Trump atuam na campanha de Flávio Bolsonaro, diz site Dino retira sigilo de investigação da produtora de Dark Horse em SP Diários de Campo Do Aracá ao Aracazinho: expedição científica coleta dezenas de espécies possivelmente novas na Amazônia Irã adia reunião sobre Ormuz e nega envolvimento em conflito no Iêmen Eleição acirrada na Suécia aponta vitória da centro-esquerda Ministro israelense quer tirar cidadania dos diretores de ‘Naza’, documentário premiado em Veneza Programa ultraliberal de Flávio Bolsonaro distorce dados sobre dívida pública e privatizações, dizem especialistas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte pressionam por referendo de independência Houthis atacam base saudita em meio à escalada de combates no Iêmen Empresários ligados Trump atuam na campanha de Flávio Bolsonaro, diz site Dino retira sigilo de investigação da produtora de Dark Horse em SP Diários de Campo Do Aracá ao Aracazinho: expedição científica coleta dezenas de espécies possivelmente novas na Amazônia
Últimas

Masp vai do saber indígena à utopia moderna em mostra que pensa a América Latina

UOL Notícias ·
Masp vai do saber indígena à utopia moderna em mostra que pensa a América Latina

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

É impossível atribuir à América Latina uma única definição. Composta por 20 países, a região engloba diversas culturas e cicatrizes, herança das nações que tentaram impor seus códigos sobre povos latinos. Daí surge a maior exposição que o Masp apresenta este ano, com quase 200 obras divididas entre cinco andares do edifício Pietro Maria Bardi.

Independentemente da ordem seguida, a impressão é de se atravessar diferentes planos de existência, que vão da cosmologia de povos originários a projetos de modernidade que serviram à colonização.

No núcleo mais próximo ao chão, os trabalhos exploram tradições indígenas e reveem o elo entre homem e natureza. É o caso da pintura de Beatriz González , em que rotas migratórias transformam um território verde, dos vasos do peruano Manuel Chajavay, pendurados no teto como estrelas, e da árvore genealógica do salvadorenho Guadalupe Maravilla, um tipo de serpente monumental feita de palha e outros materiais.

Andares acima, a tridimensionalidade de peças como a última dá lugar a quadros planos, com arranha-céus, fábricas e outras estruturas excludentes de cidades como São Paulo , Buenos Aires e a Cidade do México —essa, aliás, toma uma tela de Juan O’Gorman, que sobrepõe um mapa ancestral e uma visão panorâmica de prédios e ruas e põe em rota de colisão as duas organizações.

O uniforme de Damián Ortega , feito de sacos de cimento, e fotos de Marcelo Cidade , que inserem "glitchs", isto é, falhas eletrônicas, sobre a paisagem de favelas, são outros trabalhos que denunciam mecanismos de controle. Também se destaca a instalação da mexicana Mariana Castillo Deball, que desenhou São Paulo no chão com traços pré-coloniais.

Ao redor, plantas da cidade de Brasília e projetos modernistas de Lúcio Costa e de outros arquitetos criam tensões entre as formas de se pensar o espaço urbano. O choque entre esse segmento e o da cosmologia indígena evidencia inteligências além das corporativistas, por vezes taxadas de primitivas, diz a curadora Amanda Carneiro .

"A ideia da mostra é apresentar a América Latina como uma composição, um rizoma de vários grupos que criaram suas estratégias para também ser felizes. Não queremos que ninguém saia daqui devastado". Ela cita o título de outra seção, "Estamos em Salsa", que empresta a dança de raízes cubanas e caribenhas a obras que recuperam iconografias culturais.

A cama construída pelo porto-riquenho Pepón Osório é um depósito desses elementos, com bonequinhas, cabeças de plástico, adesivos de borboletas, estátuas fálicas e até uma cobra artificial espalhados pela estrutura. Junto a quadros e fotos de outros autores, que retratam a vida noturna em países latinos, a escultura atua como um ponto de encontro entre a privacidade e símbolos públicos.

No mesmo andar, Antonio Caro e os brasileiros Cildo Meireles e Rivane Neuenschwander reveem signos como a Coca-Cola , usurpando, respectivamente, a tipografia da marca, a garrafa do produto e o seu próprio título.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›