segunda-feira, 14 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Jornal estatal chinês critica apelos da Anthropic para desacelerar IA e vê tática da 'Guerra Fria' Hyundai Motor lançará sistema de assistência ao motorista desenvolvido internamente em 2029 Frear IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA China rejeita apelo de líderes dos EUA para desacelerar IA de ponta ASML amplia sua dominância na fabricação de chips com adoção de tecnologia High NA China alerta para risco da inteligência artificial à sua segurança nacional Empresas de IA devem provar que seus serviços são seguros, diz Comissão Europeia Ações ligadas à IA despencam após CEOs das principais empresas do setor pedirem desaceleração no desenvolvimento MPF e DPU vão à Justiça para barrar data center de R$ 200 bi do TikTok Trump minimiza apelos de big techs para frear IA e diz que EUA não podem ficar atrás da China Jornal estatal chinês critica apelos da Anthropic para desacelerar IA e vê tática da 'Guerra Fria' Hyundai Motor lançará sistema de assistência ao motorista desenvolvido internamente em 2029 Frear IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA China rejeita apelo de líderes dos EUA para desacelerar IA de ponta ASML amplia sua dominância na fabricação de chips com adoção de tecnologia High NA China alerta para risco da inteligência artificial à sua segurança nacional Empresas de IA devem provar que seus serviços são seguros, diz Comissão Europeia Ações ligadas à IA despencam após CEOs das principais empresas do setor pedirem desaceleração no desenvolvimento MPF e DPU vão à Justiça para barrar data center de R$ 200 bi do TikTok Trump minimiza apelos de big techs para frear IA e diz que EUA não podem ficar atrás da China
Últimas

MPs apuram assédio de Rico Melquiades a trabalhadoras: 'Não quero petista'

UOL Notícias ·
MPs apuram assédio de Rico Melquiades a trabalhadoras: 'Não quero petista'

Siga UOL Notícias no Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O MPE (Ministério Público Eleitoral) de Alagoas abriu um procedimento para investigar o influenciador Rico Melquíades por causa de um vídeo publicado no último sábado (12) em que ele constrange uma funcionária, dizendo que iria demiti-la após ela afirmar que vai votar no PT. "Não quero petista aqui", falou ele.

Em nota, o MPE afirmou que identificou "prática de coação eleitoral em vídeo publicado nas redes sociais" e informou que também vai enviar o caso à PF (Polícia Federal) para apuração do caso na esfera criminal. Rico tem 12,4 milhões de seguidores apenas no Instagram.

O MPT (Ministério Público do Trabalho) disse à coluna que também abriu um inquérito civil para investigar e "adotar as medidas administrativas e judiciais cabíveis à conduta de assédio moral no ambiente de trabalho".

Agregador de pesquisas do UOL: veja números atualizados sobre as Eleições 2026

No vídeo, intitulado "minha casa, minhas regras", Rico aparece com quatro funcionárias em sua casa e as questiona dizendo que, se ele paga o salário, decide quem trabalha, alegando que não quer petista em sua casa.

Ao perguntar a uma das trabalhadoras se ela é petista, e ela sinalizar positivamente, ele diz: "Tá demitida! Traga sua carteira".

O UOL enviou mensagem para Rico e aguarda posicionamento. Nas redes sociais, até as 9h30 de hoje, ele não havia comentado sobre as investigações.

O caso, diz o MPE, se enquadra no artigo 301 do Código Eleitoral, que classifica como crime "usar violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar ou deixar de votar em determinado candidato ou partido, ainda que a finalidade pretendida não seja alcançada."

"É inaceitável que alguém se valha da posição de empregador, do poder econômico e da dependência decorrente da relação de trabalho para constranger trabalhadores em razão de suas escolhas políticas. Emprego e salário não podem ser usados como instrumentos para impor, direcionar ou tentar interferir no voto de ninguém. Uma conduta dessa natureza viola a liberdade de escolha do eleitor e exige uma resposta firme do MPE", diz, em nota, Marcial Duarte Coêlho, procurador regional eleitoral de Alagoas.

Apesar do clima de descontração do vídeo, o procurador diz que, mesmo que tenha se tratado de uma "brincadeira", não se afasta a gravidade e o possível crime visto ali.

Não se trata de brincadeira quando existe uma relação de poder e se coloca o emprego de uma pessoa em jogo por causa de sua posição política. A liberdade do voto precisa ser respeitada integralmente, sobretudo quando, de um lado, está quem paga o salário e, do outro, trabalhadores submetidos a essa relação de dependência. Esse tipo de constrangimento é intolerável. Marcial Duarte Coêlho, procurador regional eleitoral de Alagoas

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›