Justiça decreta nova prisão a homem acusado de transmitir HIV para mulheres em RO; entenda
Jean José Dunga de Oliveira Arquivo Pessoal/Vítima A Justiça de Rondônia decretou uma nova prisão preventiva para o dentista Jean José Dunga de Oliveira, de 41 anos, acusado de transmitir HIV intencionalmente para mulheres com quem se relacionava.
A nova ordem é em regime fechado e foi solicitada pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) após a promotoria apontar risco de novas contaminações.
Jean foi condenado em agosto a cinco anos de prisão, em regime semiaberto, por transmitir o vírus intencionalmente a uma mulher com quem namorou.
A nova prisão foi decretada em um processo que envolve outras três vítimas e ainda está na fase de instrução, segundo o MP-RO.
O pedido foi aceito pelo 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Porto Velho.
O acusado foi preso no dia 10 de junho e permanece detido em Porto Velho.
O g1 entrou em contato com a defesa do condenado, que optou por não se pronunciar sobre o caso.
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A investigação aponta que ele deixou de tomar a medicação com a intenção de transmitir o vírus às mulheres com quem se relacionava.
O caso chegou ao Ministério Público depois que três mulheres procuraram o órgão para relatar que haviam sido contaminadas pelo homem.
Elas foram atendidas pelo Núcleo de Atendimento às Vítimas (Navit) e receberam acolhimento psicológico.
O tratamento antirretroviral, quando seguido corretamente, pode manter a carga viral indetectável e impedir a transmissão sexual do HIV.
Primeira condenação Tribunal de Justiça de Rondônia Mateus Santos/g1 Em agosto, Jean foi condenado a cinco anos de prisão pelo 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO).
A sentença foi pelo crime de lesão corporal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rondônia.