sábado, 19 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Política

Governadores pedem a Lula inclusão do gás natural no Redata

Poder360 ·

Os governadores de Sergipe e do Amazonas enviaram, na 5ª feira (17.set.2026), ofícios ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em que pedem a inclusão do gás natural entre as fontes de suprimento elétrico para data centers enquadrados no Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter).

Os documentos foram encaminhados por Fábio Mitidieri (PSD-SE) e Roberto Cidade ( União Brasil-AM), que argumentam que a inclusão do gás natural permitirá aos Estados competir pela atração de investimentos na instalação dos centros de dados.

Os ofícios foram enviados depois de Lula sancionar , na 3ª feira (15.set), a lei que institui os incentivos fiscais.

Porém, como mostrou o Poder360 , o governo ainda não definiu quais fontes de energia poderão ser usadas pelos empreendimentos beneficiados pelo programa.

Mitidieri sustenta que Sergipe reúne condições para sediar esses empreendimentos, mas afirma que, caso o gás natural não esteja no Redata, isso “poderá significar retirar de Sergipe o seu grande projeto de data center”.

Leia a íntegra (PDF – 146 kB).

O texto destaca que o Estado já dispõe de um parque termelétrico a gás natural associado a um terminal de regaseificação de GNL (gás natural liquefeito), além de grandes reservas do insumo a serem exploradas pela Petrobras por meio do projeto Sergipe Águas Profundas.

O governador de Sergipe acrescenta que trabalha para viabilizar um complexo de data centers com capacidade projetada de 1 GW (gigawatt) na ZPE (Zona de Processamento de Exportação) do Estado.

“Por essa razão, uma regulamentação que retire o gás natural das fontes elegíveis ao Redata, que limite sua utilização exclusivamente a situações emergenciais ou que estabeleça parâmetros incompatíveis com sua operação regular atingirá Sergipe de maneira direta e desproporcional”, afirma Mitidieri.

Já Roberto Cidade destaca que a exclusão do gás natural teria efeito discriminatório.

Segundo o governador do Amazonas, a medida impediria que Estados com infraestrutura menos desenvolvida concorressem pela instalação dos centros e, por consequência, deixaria de gerar uma demanda firme capaz de justificar novos investimentos em infraestrutura.

“O Amazonas não reivindica autorização automática para qualquer projeto, flexibilização dos compromissos ambientais ou tratamento privilegiado.

Reivindica o direito de competir” , diz o ofício.

Leia a íntegra (PDF – 378 kB).

Ler a notícia completa no Poder360 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

Mais de Poder360

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›