Aliado: Lula não fará campanha na defensiva e vai desconstruir Flávio na TV
Sob intensa pressão por conta do noticiário vinculado ao filho mais velho, o presidente Lula não fará uma campanha defensiva no horário eleitoral gratuito de rádio e TV que começa na semana que vem. Ao contrário.
Um dos defensores da tese de que é preciso "ir para o embate" já na largada para desconstruir a imagem de Flávio, que tem vendido ser a versão mais moderada do clã Bolsonaro, é o ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira.
A campanha de Lula vem passando por desgastes e intensos debates nas redes sociais por conta dos três inquéritos que investigam a atividade empresarial do filho mais velho do presidente, Fábio Luís, conhecido como Lulinha.
Ele é investigado por suspeita de tráfico de influência em Brasília. A defesa nega que haja qualquer ilegalidade em sua atuação.
O petista terá o maior tempo de propaganda no rádio e na televisão entre todos os candidatos 5 minutos e 31 segundos —uma vantagem de 1 minuto e 20 segundos sobre Flávio, que tem surfado a onda negativa mencionando o filho mais velho de Lula sempre que é questionado sobre o dinheiro que pediu e recebeu de Daniel Vorcaro, o dono do banco Master.
O comparecimento ao primeiro debate, neste fim de semana, na Band, está praticamente descartado.
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