Cleitinho: 'Com minha indefinição, quem perdeu palanque em MG fui eu'
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Em entrevista ao UOL News - 2ª edição , do Canal UOL, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) admitiu que a demora para confirmar sua candidatura ao governo de Minas Gerais fez com que ele próprio perdesse espaço na disputa eleitoral no estado.
O senador só oficializou a decisão perto do prazo eleitoral. Ao explicar o vai e vem, ele citou o luto pela morte do irmão e as negociações para recompor alianças em Minas Gerais.
O que aconteceu comigo agora foi uma questão minha. Eu vou ficar sem palanque, porque com essa indefinição que aconteceu comigo com a questão do meu irmão, e eu não consegui lançar essa candidatura, o PL preferiu lançar um candidato agora [Flávio Roscoe]. Então, quem está perdendo o palanque aqui sou eu. Agora eu vou fazer um palanque sozinho. Sozinho, não; vou fazer um palanque com o povo. Cleitinho Azevedo (Republicanos), candidato ao governo de MG
Cleitinho contou que a estratégia combinada com a direção estadual era lançar a candidatura "bem perto da eleição", porque, na avaliação dele, não fazia sentido antecipar a campanha em meio a outros eventos que disputavam atenção do eleitor.
Desde o ano passado eu venho liderando pesquisa. Isso foi uma coisa acordada entre mim e, principalmente, com o pessoal da estadual de que eu só lançaria campanha bem perto da eleição. Cleitinho Azevedo (Republicanos), candidato ao governo de MG
Ao responder sobre a cobrança por "estabilidade emocional" para governar um estado endividado, ele afirmou que o episódio não tem relação com caráter ou competência e disse que pretende montar equipe e buscar diálogo com o governo federal para renegociar a dívida de Minas.
Você tá falando uma questão emocional, não tem nada a ver com competência ou com meu caráter. Naquele momento, foi uma questão de emoção e sentimento. Não tem nada a ver com caráter ou competência. Cleitinho Azevedo (Republicanos), candidato ao governo de MG
Questionado sobre palanque presidencial, o senador afirmou que já havia dito que apoiaria Flávio Bolsonaro caso ele fosse oficialmente pré-candidato, mas que, diante do cenário, pretende organizar um palanque próprio em Minas e manter diálogo com qualquer vencedor nacional.
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