Mustang Dark Horse: como é dirigir um carro de 507 cv no trânsito de São Paulo
Existem duas maneiras muito diferentes de conhecer um Mustang.
Uma delas é em uma pista, com espaço, segurança e alguém que realmente saiba o que está fazendo ao volante.
Já tive essa oportunidade com o Mustang GT Performance, em uma experiência organizada pela Ford.
Motoristas comuns, como eu, jamais conseguiriam extrair daquele carro o que ele conseguia.
Eu não sou piloto.
Também não sou um jornalista automotivo com décadas testando esportivos.
Sou um jornalista de um portal de tecnologia.
E um bom motorista.
Por isso, ao passar alguns dias com o novo Mustang Dark Horse, uma pergunta me interessava tanto quanto saber do que ele seria capaz em uma pista: como é dirigir um Mustang de 507 cv no trânsito de São Paulo? E talvez a maior surpresa do Dark Horse esteja justamente aí.
Para variar, fiquei muito tempo parado no trânsito paulistano. – Imagem: Bruno Capozzi Um Mustang ainda mais Mustang O Dark Horse ocupa hoje uma posição bastante particular na família Mustang.
Ele parte da sétima geração do esportivo, mas recebe um conjunto de modificações voltadas a aumentar sua capacidade dinâmica.
No Brasil, seu motor é o conhecido Coyote V8 aspirado de 5 litros, agora com 507 cv a 7.250 rpm e 567 Nm de torque a 4.900 rpm .
A transmissão é exclusivamente automática de dez marchas, com possibilidade de trocas pelas aletas no volante, e a tração continua traseira.
Não é pouca coisa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.