Milho chega a 137 mil toneladas
A produção das duas safras de milho do Acre alcançou 137.256 toneladas em junho de 2026, avanço de 10,1% sobre as 124.627 toneladas de junho de 2025. A primeira safra cresceu 7,2%, enquanto a segunda avançou 15,5%, segundo dados do IBGE reunidos pela Faeac.
A segunda safra de milho alcançou produtividade de 4.412 quilos por hectare no Acre, aproximadamente 55% superior aos 2.846 quilos registrados na primeira safra. A diferença chega a 1.566 quilos por hectare.
Em julho, de acordo com Boletim Técnico da Faeac, 62,6% do gado que saiu vivo do Acre não pagou um centavo de imposto. Foram transferidos para o mesmo proprietário. Somaram 16,7 mil bovinos. Apenas 37,4% pagaram imposto. Abaixo do preço de mercado, diga-se de passagem.
O preço médio da saca de 60 quilos de milho alcançou R$ 65 em Rio Branco, após valorização mensal de 5,08%. A cotação anterior equivalia a aproximadamente R$ 61,86, diferença estimada de R$ 3,14 por saca.
A produtividade da soja acreana cresceu 5,4% em um ano, passando de 3.724 para 3.926 quilos por hectare. O ganho ocorreu apesar da redução de 1,2% na produção, que caiu de 62.229 para 61.479 toneladas. Segundo a Faeac, a menor área plantada explica o contraste. Os números são da Faeac.
A saca de 60 quilos de soja chegou a R$ 124 em Rio Branco, com queda mensal de 4,41%. A variação representa redução estimada de R$ 5,72 por saca em relação ao preço anterior, que ficava próximo de R$ 129,72, segundo dados de referência apresentados pela Faeac.
A saída interestadual de bovinos vivos caiu 28,11% em julho e ficou em 26.781 cabeças. Segundo a Faeac, o movimento vem desacelerando desde abril. No acumulado considerado pelo levantamento, as saídas chegaram a 218.488 animais.
Em julho, de acordo com Boletim Técnico da Faeac, 62,6% do gado que saiu vivo do Acre não pagou um centavo de imposto. Foram transferidos para o mesmo proprietário. Somaram 16,7 mil bovinos. Apenas 37,4% pagaram imposto. Abaixo do preço de mercado, diga-se de passagem.
O Acre registrou 62.011 abates de bovinos em julho, contra 53.814 em junho. Foram 8.197 animais a mais, crescimento mensal de aproximadamente 15,2%. O resultado está entre os maiores volumes mensais apresentados no levantamento da Faeac com dados do Idaf.
Dos 62.011 bovinos abatidos no Acre em julho, 47.702, ou 76,9%, passaram por estabelecimentos sob Serviço de Inspeção Federal. O Serviço de Inspeção Estadual respondeu por 11.330 animais, ou 18,3%, e o municipal por 2.979, equivalentes a 4,8%.
O Acre exportou 4.041,4 toneladas de carne bovina entre janeiro e julho, crescimento de 44,1% sobre as 2.805,2 toneladas do mesmo período de 2025. A receita saltou de US$ 12,5 milhões para US$ 21,5 milhões, expansão de 72%.
O valor médio da tonelada de carne bovina exportada pelo Acre passou de aproximadamente US$ 4,46 mil em 2025 para US$ 5,32 mil em 2026. O aumento foi de cerca de 19,3%, ou aproximadamente US$ 860 adicionais por tonelada.
Abates e saídas interestaduais movimentaram 618.497 bovinos do rebanho acreano no período analisado pela Faeac.
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