quarta-feira, 28 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Endometriose no intestino e na bexiga: como descobrir antes de operar

G1 ·
Endometriose no intestino e na bexiga: como descobrir antes de operar

Depois de anos de dor, o laudo traz a palavra que explicava tudo: endometriose.

É um alívio.

Mas, para quem tem a forma profunda da doença, ele costuma deixar uma pergunta sem resposta: onde exatamente ela está? A endometriose acontece quando um tecido parecido com o que reveste o útero por dentro cresce fora dele.

Na forma profunda, esse tecido penetra entre os órgãos da pelve e pode atingir os ligamentos que sustentam o útero, a vagina, o intestino, a bexiga e os ureteres, os canais que levam a urina dos rins até a bexiga.

Duas mulheres com o mesmo diagnóstico podem ter doenças muito diferentes: em uma, as lesões são pequenas e superficiais; em outra, chegam a órgãos vizinhos.

Por isso, saber que existe endometriose é só o começo.

Os sintomas nem sempre mostram o caminho A intensidade da dor não indica o tamanho da doença, e o que a mulher sente nem sempre revela quais órgãos foram atingidos.

O ureter é um exemplo.

Segundo uma revisão citada em artigo publicado em 2026 no International Journal of Women's Health, até metade dos casos de endometriose nessa região acontece sem sintomas urinários.

A obstrução silenciosa pode causar lesão progressiva e irreversível nos rins se não for descoberta a tempo.

O intestino também engana.

A colonoscopia costuma sair normal, porque a endometriose atinge a parede externa do órgão, e não a camada interna, que é a que o exame enxerga.

Como se faz o mapa da doença As diretrizes europeias de 2022 (ESHRE) mudaram a forma de investigar: a cirurgia deixou de ser o padrão-ouro para o diagnóstico, e os exames de imagem passaram a ocupar o primeiro lugar.

O ultrassom transvaginal identificou cerca de 79% dos casos de endometriose profunda e acertou em 94% das vezes ao descartar a doença, segundo revisão Cochrane de 2016, resumida em comentário publicado em 2022 na Clinical and Experimental Reproductive Medicine.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›