terça-feira, 25 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma Cientistas usam isótopos da água para mapear alterações nas chuvas da Amazônia FAPESP e Ohio State University lançam chamada para projetos colaborativos Empresas buscam parcerias com universidades para enfrentar mercados competitivos Unifesp contrata professor assistente para Ciências da Saúde Unesp recebe inscrições para Processo Seletivo Unificado da pós-graduação Workshop internacional sobre tecnologias digitais e ômicas aplicadas à produção agrícola Simpósio sobre Tópicos Atuais em Biofísica Molecular Transmissão ao vivo de Cruzeiro x Atlético-MG pela Copa do Brasil: veja onde assistir Santos supera Palmeiras e lidera aproveitamento entre paulistas no pós-Copa Aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma Cientistas usam isótopos da água para mapear alterações nas chuvas da Amazônia FAPESP e Ohio State University lançam chamada para projetos colaborativos Empresas buscam parcerias com universidades para enfrentar mercados competitivos Unifesp contrata professor assistente para Ciências da Saúde Unesp recebe inscrições para Processo Seletivo Unificado da pós-graduação Workshop internacional sobre tecnologias digitais e ômicas aplicadas à produção agrícola Simpósio sobre Tópicos Atuais em Biofísica Molecular Transmissão ao vivo de Cruzeiro x Atlético-MG pela Copa do Brasil: veja onde assistir Santos supera Palmeiras e lidera aproveitamento entre paulistas no pós-Copa
Ciência

Os cintos de castidade eram mesmo usados na Idade Média?

Superinteressante ·
Os cintos de castidade eram mesmo usados na Idade Média?

O cinto de castidade medieval é um conceito tão maluco quanto cruel: um invólucro de metal usado para trancar as partes íntimas das mulheres, preservando sua pureza à força.

Uma ideia, portanto, bastante misógina, o que não surpreende no contexto dos tempos medievais.

A questão é que, fora do imaginário popular, existe muito pouca veracidade nessa história.

É possível encontrar citações a dispositivos de castidade em textos europeus ao longo do primeiro milênio d.C., mas, até o século 12, essas menções apareciam em contextos teológicos, como metáforas para a fidelidade e a pureza.

Os “cintos” não eram objetos reais, mas sim formas de expressar que as mulheres deveriam preservar a virgindade e a pureza antes do casamento.

A primeira citação preservada de uma descrição física do objeto vem de 1405, presente em um livro chamado Bellifortis , cujo tema central era engenharia militar.

Ali, havia um desenho até bastante detalhado de um cinto de castidade: a faixa de couro para as ancas, duas alças para as pernas e, na região dos genitais, uma cuia metálica com furos para permitir a passagem de urina. <span class="hidden">–</span> Manuscrito de Bellifortis/Wikimedia Commons Continua após a publicidade Mas a autenticidade do que é descrito é duvidosa.

O professor de história Albrecht Classen, da Universidade do Arizona, que escreveu um livro desmentindo o mito dos cintos de castidade, observa que o autor de Bellifortis faz piadas escatológicas ao longo de sua obra e que, na vida real, não há registro de nenhum exemplar medieval autêntico correspondente ao objeto desenhado.

A imagem era, mais provavelmente, uma sátira.

Os riscos da tadalafila, o remédio para ereção que virou febre Continua após a publicidade A partir do século 16, aproximadamente, o cinto de castidade começou a aparecer com mais frequência em ilustrações, gravuras e xilogravuras.

Nesses tempos de Renascimento, frequentemente representava-se o mesmo cenário: o cinto sendo designado a mulheres casadas que precisavam manter a modéstia enquanto o marido estava longe, lutando em alguma guerra (e, muitas vezes, levando a chave consigo).

Ainda assim, essas representações eram principalmente humorísticas, ressaltando o absurdo da situação e também sua ineficácia.

Uma das imagens mais conhecidas da época, uma ilustração alemã do fim do século 16, mostra a esposa seminua, vestindo o cinto e entregando a chave para o marido, que se despede.

Atrás do dossel da cama, porém, o amante já está à espreita com uma duplicata da chave.

Ler a notícia completa no Superinteressante ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

Mais de Superinteressante

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›