quinta-feira, 8 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› F1: Horários, clima e como assistir à sexta-feira de treino e quali sprint do GP de Singapura› Alexander Jacoby, Paul Lanchere e Louis Iglesias lideram o primeiro treino livre da ELMS em Portimão› Barcelona se protege de assédio e renova com jovem promessa Xavi Espart até 2030› MotoGP: Mudança no formato do fim de semana "foi iniciativa das equipes", revela Ezpeleta› Corinthians ouve 'não' de Zubeldía após consulta por alternativa a Ramón› Fonseca joga Masters de Paris com Zverev, Alcaraz e Djokovic› F1: Verstappen tem "conta a acertar" com GP de Singapura› GP do Brasil de MotoGP reabre venda de ingressos nesta quinta-feira; veja valores e como comprar› Brasil terá 12 representantes no Australian Open Junior Series em Porto Feliz› Samir: Corinthians está com elenco rachado em relação a Memphis› F1: Horários, clima e como assistir à sexta-feira de treino e quali sprint do GP de Singapura› Alexander Jacoby, Paul Lanchere e Louis Iglesias lideram o primeiro treino livre da ELMS em Portimão› Barcelona se protege de assédio e renova com jovem promessa Xavi Espart até 2030› MotoGP: Mudança no formato do fim de semana "foi iniciativa das equipes", revela Ezpeleta› Corinthians ouve 'não' de Zubeldía após consulta por alternativa a Ramón› Fonseca joga Masters de Paris com Zverev, Alcaraz e Djokovic› F1: Verstappen tem "conta a acertar" com GP de Singapura› GP do Brasil de MotoGP reabre venda de ingressos nesta quinta-feira; veja valores e como comprar› Brasil terá 12 representantes no Australian Open Junior Series em Porto Feliz› Samir: Corinthians está com elenco rachado em relação a Memphis
Economia

Taxas longas têm baixas firmes sob influência de eleição e Treasuries

InfoMoney ·
Taxas longas têm baixas firmes sob influência de eleição e Treasuries

SÃO PAULO, 8 Out (Reuters) – As ⁠taxas dos DIs fecharam a quinta-feira com baixas, em especial ⁠entre os contratos de longo prazo, ainda refletindo a liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL) ‌sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da disputa pelo Planalto.

A queda dos rendimentos dos Treasuries, que mais cedo exibiam altas, também justificou a retração ‌das taxas futuras no Brasil.

Leia também Após queda de juros, enfim chegou a hora dos FIIs de tijolo? Veja os mais indicados Queda dos juros longos reduz o desconto exigido dos fundos imobiliários, e as carteiras apostam em logística, shoppings e lajes; veja o ranking do mês Exagero ou novo patamar? Juros americanos em máxima de 24 anos dividem gestores Enquanto os juros longos renovam máximas, gestoras locais divergem sobre o peso do fiscal e o rumo do Fed e fazem apostas opostas na curva americana No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 12,54%, com baixa de 5 pontos-base ante o ajuste de 12,593% da sessão anterior.

Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 12,6%, com recuo de 18 pontos-base ante 12,779%.

Desde domingo, com o resultado do ⁠primeiro ‌turno, a taxa do DI para janeiro de 2035 acumulou queda de 153 pontos-base, em ⁠meio à avaliação de que Flávio é o favorito na disputa com Lula.

Nesta quinta-feira, após oscilarem próximas da estabilidade na abertura, as taxas dos DIs migraram para o território negativo, influenciadas tanto pelo “trade eleitoral”, que mantém o apetite dos investidores ao risco, quanto pelo cenário externo.

Os rendimentos dos Treasuries de longo prazo, que mais cedo exibiam ​altas firmes, desaceleraram durante a manhã e se firmaram em baixa à tarde, ainda que o petróleo Brent tenha se mantido em alta.

Essa perda de força dos rendimentos ​dos Treasuries trouxe uma pressão de baixa para a curva brasileira, conforme um profissional ouvido pela Reuters, em movimento corroborado pela pesquisa de intenções de voto PoderData/Aya, divulgada mais cedo.

Conforme o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 53% dos votos válidos na simulação de segundo turno, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A margem de erro é ‌de 1,8 ponto percentual.

Os investidores aguardam agora a divulgação da ​nova pesquisa do Datafolha, programada para o início da noite.

No mercado, boa parte dos agentes considera que, com Flávio no Planalto, crescem as chances de um maior controle das contas públicas — ainda que o candidato não tenha ⁠apresentado propostas concretas de ajuste.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›