Eleições 2026: o que pensam os candidatos ao governo de MT sobre segurança e combate ao crime organizado
Dra.
Natasha, Otaviano Pivetta e Wellington Fagundes participaram do 1° debate em MT TVCA/reprodução Os candidatos ao governo de Mato Grosso nas eleições de 4 de outubro terão entre os principais desafios a segurança pública e o combate ao crime organizado.
Em 2026, o estado registrou 1.524 vítimas de homicídio, tentativa de homicídio, estupro, lesão seguida de morte e mortes por intervenção policial, segundo dados públicos do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintesp).
O g1 reuniu as principais propostas dos candidatos para a segurança pública e o combate ao crime organizado(confira abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp O papel do governador O governador é responsável por administrar o estado, executar as leis, gerir o orçamento público e definir as prioridades de investimento.
Também cabe ao governo estadual implementar políticas públicas em áreas como segurança, saúde, educação e assistência social.
Na segurança pública, o governo do estado pode, por exemplo, reforçar o policiamento, investir na investigação de crimes, combater o crime organizado e o tráfico de drogas, ampliar o uso de tecnologia e integrar as forças de segurança para prevenir e combater a criminalidade.
Confira abaixo as principais propostas dos candidatos ao governo de Mato Grosso para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável: Principais propostas dos candidatos ao governo de MT para o combate do crime organizado e segurança pública Entenda as propostas: Dra.
Natasha (PSD): Forças que trabalham juntas: coordenação permanente da SESP sobre Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Penal e Detran, com protocolo único e articulação estável com as forças federais, para que o cidadão receba uma resposta ao invés de seis; Fim do gargalo da perícia: concurso e plano de carreira para a Politec, mutirão para eliminar o passivo de laudos retidos e reposição regular do efetivo das polícias Militar e Civil; Atendimento no mesmo lugar: unidades integradas de segurança reunindo num só endereço as forças que hoje operam separadas, com economia de custeio revertida para efetivo e equipamento; Inteligência permanente de fronteira: o estado atuando de forma contínua tratando o corredor do narcotráfico como problema estrutural; Dados de criminalidade abertos ao cidadão: portal público com mapa de criminalidade por tipo de crime, unidade policial e período, e expansão do monitoramento por câmeras para os municípios do interior ainda fora do programa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.