Não precisa ser assim: Ibovespa junta os cacos da ressaca eleitoral
A história costuma seguir um roteiro conhecido.
Primeiro vem a busca pelo imóvel.
Depois as visitas, as contas de cabeça e a sensação de que agora vai.
Até que surge um obstáculo: o financiamento.
Nos últimos anos, muita gente descobriu que encontrar a casa ou o apartamento ideal era a parte fácil da jornada.
A situação se complicava quando chegava a hora de financiar a aquisição.
Afinal, o preço do dinheiro passou a pesar quase tanto quanto o preço do imóvel.
Foi daí que surgiu uma pergunta que, até pouco tempo atrás, soaria estranha para muitos compradores: e se o banco ficasse fora da operação? Pode parecer estranho à primeira vista.
Mas é essa pergunta que tem levado cada vez mais gente a conhecer uma alternativa que existe há anos, mas costuma permanecer longe dos holofotes: o financiamento direto com a construtora.
A promessa de mais flexibilidade é atraente.
Mas, como quase tudo que envolve crédito, o modelo tem regras próprias, vantagens pouco conhecidas e riscos que merecem atenção.
Na reportagem especial de hoje do Seu Dinheiro, a Monique Lima explica como funciona a alternativa para comprar a casa própria fora dos bancos .
Esquenta dos mercados O mercado financeiro brasileiro viveu um dia conturbado na segunda-feira.
O Ibovespa recuou 13,88% e o dólar saltou 8,21%, para a faixa de R$ 5,40, em reação à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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