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Greve nos Correios: TST decide se paralisação há 14 dias é abusiva; veja o que está em jogo

G1 Economia ·
Greve nos Correios: TST decide se paralisação há 14 dias é abusiva; veja o que está em jogo

Greve dos Correios continua após TST suspender julgamento Jornal Nacional/ Reprodução Após duas semanas de paralisação, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) retoma nesta quinta-feira (24) o julgamento que vai decidir se a greve dos trabalhadores dos Correios é abusiva.

A sessão está marcada para as 15h30 e poderá definir os rumos do movimento, que afeta unidades da empresa em diferentes regiões do país. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O julgamento começou na segunda-feira (21), mas foi suspenso por decisão do ministro Vieira de Mello Filho, que presidia a sessão.

Segundo ele, era necessário garantir às entidades sindicais o prazo de 48 horas para analisar documentos apresentados recentemente ao processo.

Durante a sessão, o ministro afirmou que os documentos não haviam sido examinados pela parte contrária.

Na avaliação dele, decidir sobre a abusividade da paralisação com base nesses materiais, sem dar aos sindicatos a oportunidade de se manifestar, poderia ferir o devido processo legal.

"Não houve controvérsia sobre os documentos.

Ou seja, nós estaríamos aqui em desprezo ao devido processo legal porque estaríamos fundamentando uma decisão em documentos não examinados pela parte contrária", afirmou.

Após a decisão do tribunal, a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e das Empresas de Comunicações (Findect) orientou a continuidade da greve até a retomada do julgamento.

Caso a paralisação seja considerada abusiva, o tribunal poderá determinar o encerramento imediato do movimento e aplicar sanções às entidades sindicais.

Também poderá estabelecer outras medidas para garantir a continuidade dos serviços prestados pelos Correios. jjulgamento sobre a abusividade da greve dos Correios foi suspenso pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) TST O que os trabalhadores querem A paralisação começou depois que a empresa e os trabalhadores não chegaram a um acordo nas negociações.

O principal impasse é o plano de saúde dos funcionários, aposentados e dependentes.

A Findect afirma que as negociações avançaram nos demais pontos do Acordo Coletivo de Trabalho e que o plano de saúde é o único impasse que impede a conclusão do acordo. ➡️ Os trabalhadores reivindicam a manutenção do modelo atual do plano de saúde, no qual os Correios atuam como mantenedores do benefício.

A federação afirma que sindicatos e trabalhadores continuam abertos ao diálogo e que já solicitaram formalmente à empresa a retomada das negociações.

Segundo a entidade, uma eventual mudança no modelo do plano pode aumentar os gastos das famílias com o benefício.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

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