Between the Buried and Me fala da fama de ser “Dream Theater com hardcore” e volta ao Brasil pós-COVID
Dan Briggs (à esquerda) e o BTBAM tocam no Hangar em outubro A volta do Between the Buried and Me ao Brasil tem um gosto especial.
A banda americana de metal e hardcore progressivo retorna a São Paulo em 17 de outubro, no Hangar 110, para uma apresentação que acontece seis anos depois de sua primeira passagem pelo país.
Naquela época, eles vieram justamente quando a pandemia de COVID-19 começava a fechar fronteiras e transformou aquela viagem em uma lembrança bastante estranha.
Agora, o grupo volta para apresentar a fase mais recente de sua carreira, marcada pelo ousado The Blue Nowhere , lançado em 2025.
Em conversa com o TMDQA! , o baixista Dan Briggs relembrou aquela passagem pelo Brasil e falou sobre como a pandemia mudou sua relação com a composição, já que o período de isolamento o levou a experimentar mais com gravações caseiras.
Também explicou como funciona a criação coletiva do BTBAM – sigla pela qual são conhecidos – e por que, depois de mais de duas décadas fazendo música juntos, o grupo continua expandindo seu vocabulário sem abandonar aquilo que Briggs chama de “coração melódico”.
E é justamente nessa mistura que aparece uma das comparações comuns ao grupo: a fama do Between the Buried and Me de ser uma espécie de “ Dream Theater da música extrema”: faixas longas, discos conceituais, técnica apurada e tempos quebrados, por exemplo.
Briggs não foge da associação.
Pelo contrário, lembra que o Dream Theater foi uma influência formativa para todos na banda, conta sobre a turnê que fizeram juntos em 2006 e explica como o BTBAM pegou essas referências de prog, música clássica e metal e passou tudo pelo filtro de uma geração criada no hardcore, no death metal e no black metal.
Confira o papo na íntegra abaixo! TMDQA! Entrevista Dan Briggs, do Between the Buried and Me TMDQA!: Dan, vocês vieram para o Brasil pela primeira vez em 2020, e dias depois o mundo se fechou por conta da covid.
Foi um momento estranho? Dan Briggs: Sim, foi extremamente traumático.
São Paulo foi o último show que tocamos por um ano e meio.
Tocamos lá e voltamos para casa.
E eu acho que os EUA fecharam dois dias depois.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.