Desemprego no 2º trimestre varia de 2,1% em SC a 9,8% no AP; veja ranking
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A taxa de desemprego nas unidades da Federação, no segundo trimestre de 2026, variou de 2,1% em Santa Catarina a 9,8% no Amapá, apontam dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
No Brasil, o indicador recuou a 5,4% no intervalo de abril a junho, o menor patamar para esse período na série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), iniciada em 2012.
O IBGE divulgou o dado nacional em 30 de julho . A publicação desta sexta traz outros detalhes do mercado de trabalho, incluindo as estatísticas dos estados e do Distrito Federal .
Na série histórica, a taxa de desemprego costuma subir no primeiro trimestre , após o fechamento de vagas temporárias de emprego, e tende a recuar nos meses seguintes.
Economistas afirmam que o mercado de trabalho ainda mostra força, mas começa a dar sinais mais claros de desaceleração no país.
Um dos indícios apontados é o comportamento da renda média, que ficou praticamente estável no segundo trimestre no Brasil, conforme a Pnad.
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A pesquisa do IBGE abrange o mercado de trabalho formal, com carteira assinada ou CNPJ, e o setor informal, sem esses registros.
Nas estatísticas oficiais, uma pessoa de 14 anos ou mais que não tem emprego precisa estar à procura de oportunidades para ser considerada desempregada. Não basta só não trabalhar.
Analistas afirmam que o desemprego baixo refletiu uma combinação de fatores como o desempenho positivo da atividade econômica nos últimos anos .
Outra questão citada é a mudança demográfica em curso no país. Com o envelhecimento da população , a tendência é de que uma parcela dos brasileiros saia do mercado e deixe de procurar ocupação.
Isso reduz a pressão sobre a taxa de desemprego, mas desafia o sistema previdenciário, porque a demanda por aposentadorias tende a crescer.
O mercado de trabalho ainda é influenciado por vagas ligadas à tecnologia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.