Nossas casas mudaram. Que espaço ficou para a convivência?
Uma pesquisa conduzida no Japão em 2025 mostrou que os eletrodomésticos estão acompanhando uma transformação importante na maneira como as pessoas vivem.
A Panasonic ouviu 238 adultos que moravam sozinhos ou em domicílios com apenas duas pessoas.
Entre eles, 85,3% disseram desejar uma vida simples e de qualidade, com aparelhos adequados a casas menores.
A empresa apresentou, então, uma geladeira mais estreita , uma máquina de lavar e secar compacta , uma lava-louças com pouca profundidade e uma máquina para preparar pães menores .
Os dados do Reino Unido ajudam a compreender o tamanho dessa mudança.
Segundo o Office for National Statistics, 8,6 milhões de pessoas viviam sozinhas no país em 2025.
Isso significa que 29,5% dos domicílios britânicos, quase um em cada três, eram ocupados por apenas uma pessoa.
O dado exige uma ressalva.
A proporção é semelhante à registrada dez anos antes.
Portanto, não se pode afirmar que houve uma explosão recente do número de britânicos vivendo sozinhos.
Continua após a publicidade O que se pode dizer é que os domicílios individuais representam uma realidade ampla, suficiente para influenciar a arquitetura das casas, os hábitos de consumo e os produtos oferecidos pela indústria.
Por exemplo, bules de chá com capacidade só para uma xícara, pratinhos individuais para torradas, panelas minúsculas.
São objetos pensados para o consumo individual.
Tudo faz sentido.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.