Após 13 países, agora Jorge viaja por 3 anos para conhecer 195 capitais
Sul-mato-grossense, Jorge Henrique quer se tornar o primeiro brasileiro a visitar todas as capitais dos 195 países do mundo.
O projeto deve durar cerca de três anos e meio até ser concluído, segundo o viajante.
A jornada começou a ser preparada com antecedência, considerando os custos de transporte, hospedagem, alimentação e documentação necessária.
Inicialmente, a viagem será custeada com recursos próprios, mas a intenção é produzir conteúdos ao longo do caminho para conseguir patrocínios e viabilizar a visita a todos os países.
“Como é um projeto de aproximadamente três anos e meio, não seria viável simplesmente sair viajando sem planejamento.
A ideia é manter uma estrutura financeira que permita continuar a jornada mesmo diante dos imprevistos que certamente aparecerão pelo caminho.” Mesmo ainda no início do projeto, Jorge conta que um trecho da rodovia Big Sur, na Califórnia (EUA), já o surpreendeu.
O local fica na Highway 1, estrada que percorre a costa do país entre as regiões de São Francisco e Los Angeles.
“O que mais me surpreendeu foi justamente a grandiosidade da natureza.
As paisagens são impressionantes, com o oceano de um lado e as montanhas e falésias do outro.
É um lugar que proporciona uma experiência muito marcante e, para mim, foi uma das viagens que mais ficou na memória”, comenta.
Entre as experiências que o marcaram, ele cita um gesto simples de acolhimento encontrado no Canadá.
“Uma situação que me chamou bastante a atenção era o costume de algumas pessoas, principalmente em cafeterias, de pagar um café ou um café da manhã para outra pessoa, mesmo sem conhecê-la e sem necessariamente conversar com ela.” Para conseguir uma imersão maior na cultura e criar mais conexões com as pessoas, Jorge optou por se hospedar em hostels em alguns países.
“Até o momento, não passei por nenhuma situação de preconceito por ser brasileiro ou estrangeiro. [...] De maneira geral, sempre procurei chegar aos lugares com respeito e curiosidade para conhecer a cultura e as pessoas.
Acho que essa abertura também facilita bastante a criação de conexões durante as viagens.” Com um projeto que exigirá grandes recursos, Jorge afirma que precisou abrir mão de algumas coisas.
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