Breton expande lojas pelo Brasil com aposta em sustentabilidade: uma árvore por móvel vendido
Giselle Rivkind, diretora de Marketing, e Fabiana Feferbaum, diretora de Gente, Gestão e Sustentabilidade — juntas, representam a terceira geração da Breton (Divulgação)
Fundada há quase seis décadas em São Paulo, a Breton nasceu com sustentabilidade a partir de uma preocupação simples: o que fazer com o lixo deixado na casa do cliente?
Muito antes da agenda se tornar estratégica para a empresa, a fabricante de mobiliário de alto padrão já recolhia as embalagens usadas nas entregas, levava o material de volta para a fábrica e o reutilizava ao máximo. Quando não era mais possível reaproveitar, o destino era a reciclagem.
“O ESG aconteceu de uma forma natural, nunca fizemos porque estava na moda. É algo que veio da nossa família lá atrás", afirmou à EXAME, Fabiana Feferbaum, diretora de Gente, Gestão e Sustentabilidade da Breton.
A lógica de não descartar, que começou pela embalagem, hoje se estende ao próprio móvel . Por meio do Breton Circular , a marca conecta clientes que querem vender peças usadas e em bom estado para novos compradores, dando uma segunda vida aos produtos.
"O nosso móvel continua contando histórias na casa de outra pessoa", resume Gisele Rivkind, diretora de Marketing, também na entrevista.
O compromisso atravessou gerações e ganhou uma estrutura mais ampla ao longo dos anos. Hoje, sob o comando do CEO André Rivkind , a sustentabilidade é um dos três pilares que orientam a marca, ao lado de família e design brasileiro.
"Acreditamos muito no talento e na matéria-prima que temos no Brasil, por isso fazemos questão de trabalhar só com produtos e mão de obra criativa locais", explicou Fabiana.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em exame.com — o conteúdo pertence a Exame.