As primeiras reclamações sobre o iPhone Duo e sua tela dobrável
Lançado oficialmente na última sexta-feira, 23, o iPhone Duo é a maior aposta da Apple para o ano de 2026, além do início de uma competição entre a gigante americana e as outras empresas que dominam o mercado de smartphones dobráveis, como a Samsung e as chinesas Xiaomi e Huawei.
Já disponível nas principais lojas pelo mundo, o iPhone Duo chega ao mercado repleto de novidades tecnológicas, mas conseguiu angariar, na mesma medida, grandes dúvidas para a imprensa especializada.
A principal característica do iPhone Duo é sua tela dobrável, primeira na história da Apple.
Apesar disso, ele também conta com outras tecnologias, como o novo chip A20, câmeras com configurações cada vez mais poderosas e forte interação com a inteligência artificial, caracterizada pelo Apple Intelligence e a Siri “evoluída”, a Siri AI.
Outras fatores incluem o formato do smartphone, que se assemelha a um passaporte (de forma similar ao Galaxy Z Fold 8).
Vinco e tela dobrável O vinco no centro da tela do iPhone Duo é pouco perceptível em comparação com o de outros celulares dobráveis, mas não desaparece completamente.
A revista Wired elogiou o acabamento de nanotextura, que dispersa a luz e reduz os reflexos na região da dobra.
Já o Tom’s Guide destacou que a tecnologia melhora a aparência da tela, embora a marca ainda possa ser percebida dependendo do ângulo de visão e da iluminação.
Continua após a publicidade Testes de resistência, porém, levantaram dúvidas sobre a durabilidade desse acabamento.
Segundo o Android Authority , um experimento com 10.500 ciclos de abertura e fechamento mostrou que o vinco ficou mais profundo e visível, apesar de a dobradiça continuar funcionando normalmente.
Além disso, o Tom’s Guide noticiou relatos de telas rachadas junto à dobradiça poucos dias após o lançamento.
A causa dessas falhas ainda não foi determinada, e não há dados suficientes para concluir que o problema seja generalizado.
Preços Continua após a publicidade O iPhone Duo chegou ao mercado por US$ 1.999, preço que restringe o público do primeiro celular dobrável da Apple.
O Tom’s Guide observou que o valor é comparável ao de outros dobráveis premium, mas pode afastar consumidores que não precisam combinar as funções de um celular e de um tablet.
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