Homem tenta agredir Marina em caminhada de Haddad com mulheres em SP
Um homem tentou agredir a candidata ao Senado Marina Silva (Rede), nesta segunda-feira, no centro da capital paulista, durante a primeira agenda de campanha de Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo.
O homem foi imediatamente afastado por assessores da campanha Haddad. Ele partiu para cima de Marina e chegou a encostar no ombro e na barriga dela. "Quer voltar para a cena do crime?", perguntava ele para Marina.
Fernando Haddad (PT) atribuiu à extrema direita a tentativa de ataque à ex-ministra do Meio Ambiente. O homem, no entanto, não foi identificado. O ex-ministro da Fazenda diz que Marina tem uma vida dedicada às causas nobres de interesse do país e que não vai ser fácil intimidá-la
Ele se atirou na frente com agressividade. Era um homem com gestual muito agressivo, mas sei que eles vão fazer isso. Hoje foi comigo. Eu espero e trabalharei muito para que esses sejam episódios isolados Marina Silva (Rede), candidata ao Senado
Fernando Haddad iniciou hoje a campanha ao lado de militantes do partido e apoiadores. Ao lado da mulher, Ana Estela, e das candidatas ao Senado Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) , o petista criticou a política de segurança pública da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), que, segundo ele, não tem planejamento específico até hoje, e afirmou que são necessárias novas estratégias e inteligência para prevenir as agressões contra as mulheres. Esta é a sua primeira agenda de campanha, um dia depois de estar ao lado do presidente Lula em São Bernardo do Campo.
Antes da tentativa de agressão à Marina, Simone Tebet engrossou o coro ao mencionar o horário de fechamento das delegacias especiais da mulher. Segundo a candidata, a maioria dos equipamentos fecha as portas às 19h, embora as estatísticas mostrem que os crimes ocorrem majoritariamente durante a noite. Se eleita, Simone Tebet prometeu enviar recursos carimbados para investir no combate à violência doméstica.
A deputada Érika Hilton (PSOL), que busca a reeleição, também falou da violência contra a mulher. Ela defendeu que o governo paulista ajude financeiramente as mulheres que já sofreram violência com um número maior de casas de apoio.
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