terça-feira, 18 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Messi está "em paz" após morte do pai, diz técnico do Inter Miami Escalações: Artur volta, e Wendell vai para o banco em São Paulo x Bolívar NASCAR Brasil retorna a Londrina em momento estratégico para pilotos e equipes no campeonato Transmissão ao vivo de São Paulo x Bolívar pela Copa Sul-Americana: onde assistir F1: FIA confirma data da audiência sobre recurso de McLaren e Red Bull contra pódio de Gasly em Mônaco Libertadores: Quantos brasileiros vão às quartas? Colunistas opinam Fonseca gera preocupação com abandono inesperado e volta para casa Glover Teixeira aprova duelo entre Alex Poatan e Josh Hokit: "Vai lá e nocauteia ele" Torcidas querem intervenção judicial no Corinthians: como medida funciona? Mercado: Memphis renova, Santos vende zagueiro e Barça anuncia Rodri Messi está "em paz" após morte do pai, diz técnico do Inter Miami Escalações: Artur volta, e Wendell vai para o banco em São Paulo x Bolívar NASCAR Brasil retorna a Londrina em momento estratégico para pilotos e equipes no campeonato Transmissão ao vivo de São Paulo x Bolívar pela Copa Sul-Americana: onde assistir F1: FIA confirma data da audiência sobre recurso de McLaren e Red Bull contra pódio de Gasly em Mônaco Libertadores: Quantos brasileiros vão às quartas? Colunistas opinam Fonseca gera preocupação com abandono inesperado e volta para casa Glover Teixeira aprova duelo entre Alex Poatan e Josh Hokit: "Vai lá e nocauteia ele" Torcidas querem intervenção judicial no Corinthians: como medida funciona? Mercado: Memphis renova, Santos vende zagueiro e Barça anuncia Rodri
Últimas

PMs vão a júri por morte de nove jovens em baile funk em Paraisópolis

Metrópoles ·
PMs vão a júri por morte de nove jovens em baile funk em Paraisópolis

O Tribunal de Justiça de São Paulo ( TJSP ) decidiu levar a júri popular 12 policiais militares (PMs) pela morte de nove jovens durante uma operação para dispersão de um baile funk em Paraisópolis , na zona sul da capital, em 1º de dezembro de 2019.

A decisão foi assinada nessa segunda-feira (17/8) pela juíza Ana Luisa Marcondes Esteves, da 1ª Vara do Júri do Foro Central Criminal.

Os agentes são acusados de homicídio qualificado por motivo torpe e perigo comum, além de lesão corporal contra outras duas vítimas que sobreviveram à ação policial.

Ainda não há data para o julgamento pelo Tribunal do Júri.

Os réus respondem ao processo em liberdade.

O episódio aconteceu durante a chamada “Operação Pancadão”, realizada pela Polícia Militar no baile funk conhecido como “Baile da DZ7”.

De acordo com a acusação, na madrugada daquele dia, o público estimado era de 5 mil a 8 mil pessoas.

Na denúncia, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) afirma que os PMs teriam bloqueado as extremidades da Rua Ernest Renan com viaturas e investido de forma agressiva contra os frequentadores, mediante emprego de cassetetes, armas de elastômero, bombas de efeito moral e gás, confinando deliberadamente a população em espaço desprovido de rotas de fuga seguras.

O cerco, ainda conforme a Promotoria, teria causado pânico e correria generalizada, direcionando a multidão à Viela do Louro, um corredor estreito com escadaria — circunstância que, por sua vez, culminou no esmagamento e na morte por asfixia mecânica das vítimas Bruno Gabriel dos Santos, Denys Henrique Quirino Silva, Dennys Guilherme dos Santos França, Eduardo da Silva, Gabriel Rogério de Moraes, Gustavo Cruz Xavier, Luara Victória Oliveira e Marcos Paulo Oliveira dos Santos.

Uma outra vítima, Mateus dos Santos Costa, morreu por traumatismo raquimedular causado por agente contundente.

A ação também teria resultado em lesão corporal grave em Miryan de Araújo Macário, atingida por munição de borracha que permaneceu alojada em sua perna, e lesão corporal gravíssima em Giovanna Ferraz da Silva, que teria sofrido deformidade facial permanente em razão de estilhaços de garrafas arremessadas durante a dispersão.

Leia também São Paulo PMs do Massacre de Paraisópolis queriam “provocar pânico”, diz MPSP São Paulo Urbanização de Paraisópolis: prefeitura lança edital e detalha projeto São Paulo Bodycams mostram PMs matando jovem rendido em Paraisópolis O TJSP recusou o pedido de nulidade defendido pelos advogados dos réus e afirmou que há indícios suficientes de autoria ou participação dos policiais nos crimes.

“Eu poderia agora falar para o mundo que estou me sentindo feliz, mas eu não estou me sentindo feliz.

Mataram o meu filho.

Ler a notícia completa no Metrópoles ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

Este assunto em outros veículos

Mais de Metrópoles

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›