Meta tem de informar quem pagou ataque a Tarc�sio ap�s expor opera��o de fake news
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Relatórios entregues pela Meta à Justiça Eleitoral de São Paulo mostram que informações falsas contra o governador Tarcísio de Freitas ( Republicanos ) nas redes sociais foram impulsionadas por contas operadas do exterior, com cadastros que impedem chegar a quem pagou pelas peças.
Os documentos apresentados ao TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) apontam para contas registradas com emails descartáveis e acessos a partir de Colômbia, Venezuela, Vietnã e Ilhas Maurício.
A campanha do governador agora pede que a big tech norte-americana informe o CPF ou CNPJ do financiador. A Justiça deu 48 horas para a resposta.
Desde junho, o diretório paulista do Republicanos mantém ações no TRE-SP para obrigar a Meta a informar a autoria de publicações falsas ligadas ao governador.
A principal delas trata de um conteúdo, já retirado do ar, segundo o qual Tarcísio teria vendido a Sabesp ao Banco Master , de Daniel Vorcaro —a companhia de saneamento foi privatizada em 2024, por meio de oferta de ações. A segunda também associava o banqueiro ao negócio.
Além delas, havia outra publicação questionada pela campanha. Ela acusava Tarcísio de mentir sobre a promessa de que a privatização da Sabesp não geraria aumento nas contas de água da população.
Nas três dessas ações, o TRE-SP determinou que a Meta atendesse aos pedidos de informação do partido sobre a origem das mensagens. A resposta da empresa foi anexar aos processos relatórios dos perfis indicados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Poder.