Crusoé: Presidente do PCO tenta explicar uso do fundo eleitoral
"Você não contrata a empresa do outro partido. Isso aí é absurdo, né?", afirmou Rui Costa Pimenta
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta (foto), defendeu-se em uma live das acusações de que teria desviado verbas do fundo partidário e eleitoral para empresas cujos donos seriam membros do próprio partido.
Segundo nota da Polícia Federal , “ há indícios de que recursos públicos destinados à atividade político-partidária e eleitoral tenham sido direcionados a empresas e a pessoas físicas sem capacidade operacional compatível com os valores recebidos ou com vínculos diretos ou indiretos com integrantes da estrutura partidária investigada “.
“ Os fatos investigados podem caracterizar, em tese, os crimes de apropriação indébita eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro , sem prejuízo de outras infrações penais identificadas no decorrer das investigações “, diz o órgão.
Na terça, 11, Rui Costa Pimenta gravou um vídeo ao vivo para falar sobre o caso.
“ Os juízes acharam muito estranho que essas empresas são dirigidas por militantes do PCO. Só que ocorre o seguinte: o juiz pode achar estranho, mas não é ilegal . Ninguém disse, em lugar nenhum do mundo, não está na lei eleitoral, não está no regulamento do TSE, que você é obrigado a contratar empresas de pessoas que não têm vinculação partidária . É uma coisa absurda. Falaram em algum momento desse inquérito. O pessoal falava o seguinte: que o advogado que foi contratado para fazer os processos eleitorais era um advogado do partido. Eu tenho que contratar o advogado de quem? Do Lula? …
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.